Na tarde de domingo (14), Kristen Stewart e Pablo Larraín compareceram ao Deadline Contenders em Los Angeles para um painel de 10 minutos sobre Spencer. Veja fotos e leia um resumo do painel:

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No evento de domingo, Contenders Film: Los Angeles, a estrela de Spencer, Kristen Stewart, falou sobre sua conexão com sua personagem da vida real, a princesa Diana. “Eu não sou uma pessoa com um relacionamento bem desenvolvido com ela como figura, ou com a família real, mas eu não teria interpretado esse papel a menos que a amasse”, ela disse. “É tão fácil fazer isso, tão imediato.”

Falando sobre o relacionamento de Diana com pessoas comuns, ela disse: “Acho que ela representou esse reflexo de forma tão visceral. Foi a primeira vez que uma pessoa inserida nessa instituição sentiu que poderia ser alguém. Não era baseado em sonhos falsos… Ela concedeu um sonho que parecia real.”

O diretor e produtor Pablo Larraín juntou-se à Stewart no palco do DGA Theater e comentou sobre o fato de alguns críticos estarem ligando o filme a um de terror. “Ouvi muito sobre esse filme ter uma visão de terror sobre a vida dela. E olha, estou bem com isso. Só acho que, se eu fosse habitar qualquer um dos seus pontos de vista por 10 minutos e ver as coisas que você pensa, apenas as memórias que você tem, e colocar na tela, poderia ser um filme de terror!”

Larraín também falou sobre o roteirista Steven Knight e a decisão de fazer a família ser o “pano de fundo” da história. “É o momento em que ela decide sair desse casamento. E essa decisão é difícil. Acredito que ela encontra sua identidade e decide seguir em frente. Ela estava em um casamento com gente demais… Ela entende que pode ter uma vida com seus filhos fora dessa estrutura, dessa instituição.”

Fonte | Tradução: Equipe Kristen Stewart Brasil

Kristen Stewart compareceu ao Hamilton Behind the Camera Awards na noite de ontem (13), em Los Angeles, para entregar o prêmio de direção para Pablo Larraín, seu diretor em Spencer. Confira fotos e um pedaço do discurso de Kristen:

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O diretor de Spencer, Pablo Larraín, recebeu o prêmio de direção desse ano, com a estrela Kristen Stewart presente para fazer as honras. “Que alegria cair em seus sonhos”, disse Stewart sobre trabalhar com o diretor de Spencer. Chamando Larraín de “auteur*, Stewart adicionou: “Trabalhar com você foi um dos maiores presentes da minha vida.”

* Expressão em francês usada para descrever diretores que participam de todo o processo criativo de seus filmes e possuem estilo próprio.

Fonte

A estrela de Spencer, Kristen Stewart, apresentou o prêmio de Melhor Diretor para Pablo Larraín, dizendo: “Fazer esse filme com você é algo que nunca vou me esquecer.”

Fonte | Tradução: Equipe Kristen Stewart Brasil

Kristen Stewart e o roteirista de Spencer, Steven Knight, recentemente conversaram com a revista Vanity Fair sobre uma reviravolta no filme envolvendo dois personagens. Leia:

ATENÇÃO: CONTÉM SPOILERS!

Se você assistiu ao trailer de Spencer, com Kristen Stewart interpretando a Princesa Diana, você provavelmente pegou um vislumbre de uma personagem interpretada por Sally Hawkins (A Forma da Água, Blue Jasmine). Sua atenção provavelmente estava tão fixada em Stewart completamente caracterizada de Diana (A peruca! As pérolas! O figurino extraordinário!) e os outros membros da família real (a rainha! Príncipe Charles! Príncipe Harry! Os corgis!) que você, assim como eu, não parou para pensar: “O que uma atriz duas vezes indicada ao Oscar está fazendo no que parece ser um papel pequeno de empregada?” Se tivesse, teria imaginado corretamente que a personagem de Hawkins interpreta um papel maior em Spencer do que o trailer sugere.

No filme, um psicodrama focado no fim de semana de Natal de Diana em Sandringham em 1991, ela está em um estado vulnerável. Seu casamento está irremediavelmente fragmentado. Ela entende que a família real a considera um “problema”. Diana está sofrendo de bulimia e surtos de paranoia, ambos aparentemente intensificados pelas pressões de Sandringham, sua procissão de banquetes em horário militar, trocas de roupas e protocolos reais restritos. Mais do que nunca, no entanto, ela está sozinha.

Sozinha, exceto por Maggie, uma dama de companhia inicialmente designada a vestir Diana durante o fim de semana de Natal. Diana considera Maggie mais como uma amiga, aliada, sistema de apoio do que funcionária e a trata como de acordo. Perto do final do filme, quando a princesa está particularmente para baixo, somente Maggie é capaz de animá-la, confidenciando durante um passeio na praia que está apaixonada por Diana. O relacionamento não é consumado, mas a confissão dá para Diana o empurrão que precisa para se recuperar da escuridão de Sandringham.

Quando me juntei ao roteirista Steven Knight através do Zoom, perguntei para ele diretamente: “Maggie é baseada em uma pessoa real?”

Ele sorriu e disse: “Eu não posso comentar nisso porque, o problema é: assim que você for específico, se torna história.” Para pesquisar para o filme, Knight disse que falou diretamente com membros da equipe de Sandringham e jurou proteger suas identidades. “O que quero fazer é apenas dizer que as coisas mais estranhas são verdades e que a informação veio de pessoas que conheciam… Apenas acho que é interessante e divertido. Tem raízes em coisas, então possui essa autoridade.”

Stewart, que também pesquisou cuidadosamente antes de filmar, disse em uma entrevista diferente ao lado do diretor Pablo Larraín que ela estava desesperada para saber com quem ele falou.

“Eu só me encontrei com o Steven uma vez e foi no Festival de Londres. Ele disse: “Eu falei com umas pessoas, mas não posso nem revelar os nomes,” porque elas estavam se abrindo para ele discretamente. Eu queria tanto arrastá-lo para fora do palco e perguntar: “Quem?” Eu nunca tive a chance.”

Sobre escrever a história, Knight disse: “Quando você tem um personagem tão simpático como a que Sally está interpretando, suponho que queira levar até o limite. O quão longe isso vai? Deixando de lado o que realmente aconteceu como fonte, também é ótimo ter alguém expressando empatia intensa por uma pessoa do nível de baixo.”

Na vida real, Diana se sentia desconfortável no nível de cima em Sandringham e ocasionalmente procurava refúgio no nível de baixo, onde conversava com funcionários e algumas vezes fazia um lanchinho, de acordo com Stewart.

“Ela ia para baixo e arrancava partes de um cordeiro e dizia: “Oh, a comida é melhor aqui. Eu realmente não gosto do que eles nos dão lá em cima,’” disse Stewart. “Ela descia e comia com as mãos. Algumas pessoas achavam a coisa mais estranha e outras achavam legal. Incomodava algumas pessoas porque isso ia contra o protocolo e outras se apaixonavam por essa ideia. Eu sei que de fato havia muitas Maggies, pessoas que ela precisava se apoiar, que ela precisava alcançar e trazer para dentro.”

Falando sobre a função da personagem de Hawkins, Larraín disse: “Ela está lá não somente para expressar seus sentimentos, mas para lembrar Diana de que ela é amada. É muito importante porque Diana é alguém que está tão triste por tantas razões. Tudo o que ela precisava era sentir amor de outros.” Diana, é claro, estava casada com a única pessoa no mundo que não parecia estar apaixonado por ela: o Príncipe Charles. “Ela sentiu o tipo mais triste de rejeição.”

A cena em que Maggie confessa para Diana é provavelmente uma das sequências mais felizes de Spencer. No entanto, de acordo com Larraín, filmar foi difícil. “Atuar naquela cena foi muito, muito difícil. Requer alguém com coragem e uma incrível quantidade de verdade, como Sally Hawkins. Quando estávamos procurando alguém para esse papel, tudo o que eu pensava era que precisávamos de uma atriz de verdade, uma pessoa incrível para trazer, não só a personagem, mas basicamente toda a humanidade, fragilidade da verdade e estranheza. Estava tudo lá.”

Stewart sentiu empatia por Diana e Maggie naquele momento.

“A pior coisa é quando jogam muita energia em você, mas não está vindo do lugar certo e você não consegue receber, então escorrega. Para ela dizer que está apaixonada e Diana começar a rir, é absurdo, engraçado e há um pouco de leveza e alívio naquele momento”, disse Stewart. “Mas, para mim, a cena é tão triste porque são pessoas se desencontrando. Ela não conseguiu sentir o impacto desse amor. Se tivesse, nós não estaríamos contando essa história.”

No momento da nossa conversa, Stewart havia visto o filme três vezes e, por causa da natureza surreal dele, desenvolveu sua própria teoria sobre Maggie.

“Ela é uma personagem interessante porque parece angelical e fantasiosa”, disse Stewart. “Quanto mais assisto ao filme, mais penso: “Essa pessoa é mesmo real?’”

Talvez ela se sinta desse jeito porque Hawkins, de acordo com Stewart, é seu próprio tipo de ser de outro mundo. “Na verdade, ela é uma alienígena. Ela me manda e-mails de fluxo de consciência… e-mails em versos. Ela está em um filme, não fez nenhuma preparação, não aparece em nenhuma estreia, mas eu recebo esses e-mails que são escritos por uma fada. Sinto que ela ainda está no personagem. Porque essa é ela, a que mais dá apoio, mas é inarticulada, estranha, hilária para caralho…” Stewart pausa para procurar pela palavra antes de achar: “Uma doida!”

Knight, pessoalmente, vê a conclusão do filme de forma mais otimista.

“O filme tem um final feliz e eu realmente queria que isso acontecesse porque acho que ela merece um”, disse o roteirista. “E é um pouco como um conto de fadas onde sempre criam um final feliz… O que espero que as pessoas tirem dele é que ela sempre foi alguém que estava procurando conciliação. Ela estava tentando unir as pessoas. Estava tentando acabar com as divisões e cruzar barreiras. Vivemos em uma época em que há tanta divisão, tantas barreiras que foram construídas, tantas coisas horríveis que me fazem pensar que foi uma oportunidade perdida. Se ela estivesse em uma posição de influência e não poder, talvez ela pudesse ter sido uma força contra toda essa porcaria que estamos vivendo no momento.”

Fonte | Tradução: Equipe Kristen Stewart Brasil

Jacqueline Durran, figurinista de Spencer, e Kristen Stewart conversaram com a revista Vogue sobre o vestuário da Princesa Diana no filme e sobre o vestido da Chanel em destaque no pôster. Leia:

Todo mundo conhece a Princesa Diana – ou acham que conhecem. A realeza, que completaria 60 anos esse ano, permanece um objeto de fascinação entre o público e artistas. Após capturar a luta privada de Jacqueline Kennedy Onasis depois do assassinato de seu marido em Jackie, de 2016, o diretor Pablo Larraín direcionou sua atenção para a história de Diana. Seu filme, Spencer, oferece uma versão ficcional da princesa, interpretada por Kristen Stewart, em um ponto de virada durante o feriado anual de Natal da Rainha na Casa Sandringham em Norfolk, Inglaterra. Os três dias, desde a véspera de Natal até o dia após o feriado, amplia os muitos problemas na vida pessoal de Diana. Sob a vigilância da corte dos Windsors, presa em um casamento fracassado e dita para “manter as aparências” enquanto luta contra um distúrbio alimentar, ela está longe dos contos de fada.

Larraín enquadra seu filme como uma fábula, explorando o lado obscuro da monarquia sem evitar a fantasia e beleza que mantém o sistema funcionando. A vida de Diana pode estar desmoronando, mas ela ainda parece como uma princesa e está rodeada de luxo. Esse contraste é parte do que torna o filme poderoso. Criar um figurino do alegórico Windsor significava que Larraín, a figurinista Jacqueline Durran e Stewart teriam que estar na mesma página. Felizmente, eles tiveram a ajuda de um gigante da moda: Chanel. “Foi uma colaboração total a cada passo”, compartilhou Stewart via email. “Estávamos juntos nessa: Pablo, Jacqueline, Chanel e eu. Foi muito íntimo.”

Chanel abriu seus arquivos para a produção, emprestando e recriando peças vintage para Stewart usar no filme. Esse nível de acesso permitiu que Durran aumentasse o clima de luxo que Larraín e o designer de produção, Guy Hendrix Dyas, criaram. “Em termos de estilo e glamour, a colaboração deu ao filme algo que não teríamos de outro jeito”, ela disse. “As peças da Chanel adicionaram àquela aura que Diana tinha como princesa, então foi uma combinação incrível nesse aspecto.”

Há centenas de fotografias e artigos sobre Diana para pesquisar, mas a riqueza de informação era uma via de mão dupla. “No começo, foi uma situação intimidante porque havia tantas imagens dela”, diz Durran, que focou sua atenção em fotos tiradas entre 1988 e 1992. “O que eu queria achar era a lógica por trás de suas escolhas e as peças-chaves que você a vê usar durante aquele período. Certos elementos se repetem: bloco de cores, botões dourados, lapelas contrastantes, suéteres de gola alta e jeans de cintura alta ligeiramente cortados e escarpins.” Entender os princípios básicos de Diana foi crucial. “Eu precisava estabelecer um contraste entre as roupas formais e restritivas que ela usava durante sua vida “oficial” e o jeito que ela se vestia quando podia ser ela mesma”, diz Durran. “Para contar essa história, você tinha que ver a diferença verdadeira entre essas roupas.”

Para isso, Durran usou uma série de achados nos arquivos para montar ambos os visuais de Diana. Stewart usa um casaco de tweed vermelho da coleção Patrimoine ready-to-wear do outono de 1988 quando Diana está cercada por paparazzi, vestidos de veludo preto das coleções de 1983 e 1988 e uma série de acessórios vintage. Algumas peças modernas também aparecem, Stewart usa uma saia do look 46 da coleção haute couture da primavera de 2020 de Virginie Viard em uma cena.

Chanel tinha um lugar especial no guarda-roupa de Diana. Uma fã de seus ternos clássicos e bolsas acolchoadas, ela usava sua coleção nos dias de folga e enquanto executava seu papel como a Princesa de Gales. Stewart achou as seleções de roupas de Diana sugestivas. “Em certas fotos de Diana, parecia que outra pessoa havia a vestido”, ela diz. “Mesmo se a roupa é bonita, parece que ela está aprisionada. Enquanto fazia minha pesquisa, notei que sempre que Diana usava Chanel, ela parecia ela mesma. Quando ela parecia poderosa, com frequência, ela estava usando Chanel.” Stewart incorporou a observação em sua performance. “Quando você assiste ao filme, todas as roupas da Chanel são usadas quando Diana precisa de ajuda”, ela explica. “Se a cena era difícil ou se ela se sentia ameaçada, vestíamos um terno da Chanel para que ela tivesse um sistema de apoio. Mesmo que ela não estivesse se sentindo bem interiormente, ela ficava de pé e brilhava durante esses momentos.”

Stewart tem alguma experiência quanto a usar Chanel. Embaixadora da grife desde 2013, ela é conhecida por sua interpretação distinta da assinatura da marca. Apesar de seu estilo estar a mundos de distância do de Diana, ela sentiu que as peças do arquivo da Chanel foram essenciais para a história. “Se eu não tivesse um relacionamento com a Chanel, teríamos implorado para a casa para brincarmos com suas roupas. Se não nos deixassem, provavelmente iríamos imitá-los”, diz Stewart. “A personagem precisava delas. As roupas são uma parte dela. Há uma delicadeza e vulnerabilidade [nas roupas] que as tornam ainda mais bonitas. Diana é tão honesta que quando ela veste as roupas, você sente que ela as ama.”

Infelizmente, muitos dos melhores momentos de Diana com a Chanel vieram após sua saída da família real e a história de Spencer se passa durante um período em que a corte controlava seu guarda-roupa. “Havia todas essas restrições para considerar”, diz Durran. “Ela vestiu mais Chanel mais tarde em sua vida do que durante o fim dos anos 80 e começo dos anos 90.” O código de vestimenta real, que contém regras sobre tudo desde comprimentos de bainha até cores de esmalte, não podia ser ignorado. Mesmo assim, quando Durran encontrou a pièce de résistance do filme, um vestido tomara-que-caia da coleção haute couture da primavera de 1988, ela não queria mudá-lo. “Inicialmente, fiquei preocupada se teríamos que adicionar mangas e esconder seus braços por causa dos protocolos”, ela diz. “Quando tive a prova de roupas com Kristen e Pablo em Londres, ela vestiu e foi ótimo, a roupa perfeita para uma princesa extremamente glamurosa. Nós nem havíamos planejado usar para uma parte tão longa do filme, mas era bom demais para passar.”

Adornado com babados de tule, um cinto de cetim com apliques e um friso delicado composto de flores de tecido, o vestido era apropriadamente opulento. Entretanto, após 30 anos nos arquivos, o original era frágil demais para servir como figurino. “Era muito delicado, você não podia nem levar para fora”, diz Durran. “Felizmente, Chanel nos retornou e disseram que poderiam fazer uma réplica completa da peça.” Levou 1034 horas para duplicar o vestido, 700 dedicadas exclusivamente ao bordado complexo. Com cinco costureiras trabalhando sem parar no ateliê da Chanel, eles conseguiram dar uma reviravolta no projeto em apenas um mês. “Estamos em dívida com eles”, diz Durran. “Eles quase não tinham tempo e conseguiram recriar cada detalhe. No final, a única diferença foi que a nova versão se encaixava ainda melhor na Kristen do que a primeira.”

Embora essa não tenha sido a única peça recriada para o filme, o vestido de alta costura aparece em destaque no corte final do filme e no pôster, o qual mostra Diana encolhida no chão, seu corpo envolto em camadas de tule. Para Stewart, a peça refletia a existência privilegiada, mas infeliz, de Diana. “É de partir o coração o quanto era lindo”, ela diz sobre o vestido. “Nós procuramos no arquivo pensando: “Qual é o vestido?” e esse era inegavelmente o certo. Ver alguém no chão do banheiro com um vestido assim é realmente de partir o coração. Você não imagina alguém se sentindo tão mal em um vestido que é tão espetacularmente bonito e único. Eu sinto uma nostalgia. Normalmente, não tenho uma reação tão emocional com os pôsteres dos meus filmes, mas toda vez que vejo o de Spencer, sinto vontade de chorar.”

Para Durran, ajudar a facilitar respostas tão poderosas de Stewart era o papel principal da figurinista. “Meu trabalho é apoiá-la como atriz”, diz ela. “Assistir ao corte final foi tão avassalador porque a única coisa que eu queria era que meu trabalho desse para Kristen tudo o que ela precisasse para alcançar sua performance. Eu acreditei tanto nela e ela é hipnotizante como Diana.”

Fonte | Tradução: Equipe Kristen Stewart Brasil

Kristen Stewart conversou com a revista PEOPLE e revelou que passou por um problema de vestuário durante o Met Gala de 2021. A atriz estava sentada na mesa da Chanel e acabou mostrando mais do que queria para as outras convidadas. Leia:

Kristen Stewart está contando detalhes sobre um problema com seu vestiário no Met Gala de 2021.

A atriz de Spencer, 31 anos, chegou no famoso tapete vermelho nas escadas vestida de Chanel dos pés a cabeça: uma jaqueta rosa metalizada com babados por cima de um body de renda e calça social. Mas quando entrou no evento e dirigiu-se para a mesa de jantar, ela decidiu tirar a jaqueta e acabou mostrando mais do que queria.

“Eu fui ao Met Ball e havia um novo grupo de crianças na mesa da Chanel. Havia essa linda jovem jogadora de tênis [Emma Raducanu] e uma jovem atriz [Whitney Peak, do remake de Gossip Girl]”, Stewart conta para a PEOPLE.

“Eu estava falando com elas, dizendo: “Bem-vindas, eu já fiz isso algumas vezes” e parecia que eu as estava assustando. Eu olhei para baixo e meu mamilo estava literalmente no rosto delas. Eu disse: “Okay, desculpa, vou guardar isso agora.’”

Stewart adiciona, brincando: “Elas pensaram: “Quem é essa atriz velha e maluca no Met Ball?” Vai ser uma história para contarem quando envelhecerem.”

A atriz se senta na mesa Chanel há muito tempo, apontada como rosto da marca pela primeira vez em 2013 na campanha Métiers d’Arts 2013-2014.

Fonte | Tradução: Equipe Kristen Stewart Brasil

Em uma recente entrevista durante a divulgação de Spencer, Kristen Stewart comentou que aceitaria fazer parte de um filme da franquia 007 e gostaria de interpretar uma vilã em oposto ao herói James Bond. Ela também fala sobre a atual Bond Girl, Léa Seydoux. Leia:

Kristen Stewart quer interpretar uma vilã de James Bond.

A atriz de Spencer revelou que adoraria estrelar em um filme de 007 e sugeriu que poderia combinar os papéis da Bond girl com o de uma vilã.

Kristen contou ao jornal DailyMail na coluna de Baz Bamigboye: “Eu faria um filme do James Bond, sim! Eu poderia interpretar a Bond girl que é a menina má… que é a vilã! Poderia fazer os dois papeis. Ainda não fiz uma vilã. Gosto de interpretar a mocinha, mas talvez eu precise cruzar para o outro lado.”

Kristen afirmou que gostou do filme mais recente da franquia que estrela sua amiga Léa Seydoux, com quem ela trabalhou no filme de terror Crimes of the Future, como o interesse amoroso de 007, Madeleine Swann.

A atriz de 31 anos disse: “Léa é uma das pessoas mais legais que já conheci.”

Fonte | Tradução: Equipe Kristen Stewart Brasil