Kristen Stewart é o rosto da nova campanha Métiers d’Art da Chanel e compartilhou com a Vogue França suas memórias fashion preferidas. A atriz também fala sobre as peças que toda mulher deve ter em seu guarda roupa. Confira:

Quais são os valores que você compartilha com a Chanel?
A ambição e visão pessoal da Coco Chanel é sustentada pelas mulheres que conheço na grife hoje em dia. Elas carregam a tocha pela Chanel. Eu admiro e sou motivada por esse compromisso e perspectiva. O amor profundo e afiado pelas estéticas, a audácia de expressar isso fielmente de um lugar igualmente incomunicável e íntimo é o motivo pelo qual amo a história inteira da Chanel. Sinto isso em nossa troca, nosso trabalho… Nós compartilhamos e alimentamos uma fome particular por expressão. Sou muito grata por isso.

Como você descreveria a coleção Métiers d’Art em três palavras?
Imaginada, criada e construída por uma mulher.

Qual sua primeira memória fashion?
Minha primeira memória fashion provavelmente é uma estressante… No entanto, acho que eu era uma criança de cinco anos muito confiante. Eu fui vestida de estrela do rock no Dia da Carreira no jardim de infância. Lembro do sentimento de que os pais das outras crianças provavelmente não acharam que a minha blusa escrita “Chute os traseiros primeiro, pergunte os nomes depois” era tão legal quanto eu achava. E eu gostei desse sentimento. Me senti rebelde, no personagem e totalmente eu mesma. As roupas fazem isso por você. De milhões de maneiras.

Sua roupa da Chanel mais memorável?
Eu amei usar o que acho que era um macacão com lantejoulas cor de champagne no Festival de Cannes. Me senti muito bem nele. Os tapetes de Cannes são longos, mas senti que poderia usar aquele macacão para sempre. Foi para a estreia de Acima das Nuvens… Eu estava com o Olivier (Assayas) e com a Juliette (Binoche) e lembro de pensar: “Isso está exatamente certo. Tudo isso.”

Quais são as cinco peças que toda mulher deve ter sempre em seu guarda roupa?
1. Roupas íntimas bonitas é uma grande coisa. O dia que você aprende isso, tudo muda imperceptivelmente. Nem mesmo para outras pessoas, mas para você mesma. É uma algo muito legal.
2. Um par de jeans que te faça se sentir mais sexy do que qualquer vestido.
3. Algo que seja como uma marca registrada. Uma jaqueta de couro ou algo que sempre faz você sentir que está arrasando. Pode ser qualquer coisa, apenas algo que você deseja. Sinto que as roupas certas tomam conta de mim, elas são como amigas. Gosto de escrever meu nome nas coisas. Eu odeio perder meus itens – se perder isso não me deixar triste, então não é para mim.
4. Um roupão bem legal. Não uma toalha. Algo para usar em casa.
5. Algo sentimental, que pertença a um amigo ou alguém que você ama. Amo encontrar uma jaqueta que alguém esqueceu e usar.

Fonte | Tradução: Equipe Kristen Stewart Brasil

Kristen Stewart fará parte do elenco de Crimes of the Future, nova ficção científica do diretor David Cronenberg. Viggo Mortensen e Léa Seydoux também fazem parte do elenco. O filme começa a rodar em agosto, na Grécia. Saiba mais:

NEON e Serendipity Point Films decidiram o começo da produção de Crimes of the Future, de David Cronenberg, em Atenas, na Grécia. O suspense de ficção científica escrito e dirigido por Cronenberg conta com Viggo Mortensen, Léa Seydoux e Kristen Stewart como suas estrelas, e Scott Speedman, Welket Bungué, Don McKellar e Lihi Kornowski também no elenco.

Esse é o primeiro roteiro de ficção científica de Cronenberg desde eXistenZ de 1999. Soa tão ambicioso quanto, mergulhando no futuro não tão distante onde a humanidade está aprendendo a se adaptar com seus ambientes sintéticos. Essa evolução move os humanos além de seu estado natural e em uma metamorfose, alterando sua maquiagem biológica. Enquanto alguns abraçam o potencial infinito do trans-humanismo, outros tentam se policiar. De qualquer forma, a “Síndrome da Evolução Acelerada” está se espalhando rapidamente. Saul Tenser é um artista performático muito amado que abraçou a Síndrome da Evolução Acelerada, e novos e inesperados órgãos surgem em seu corpo. Junto com sua parceira Caprice, Tenser transformou a remoção desses órgãos em um espetáculo para seus seguidores fiéis admirarem em um cinema em tempo real. Mas com o governo e com uma estranha subcultura prestando atenção, Tenser é forçado a considerar o que seria sua performance mais chocante de todas.

“Tenho negócios inacabados com o futuro”, Cronenberg declarou.

“Trabalhar com David Cronenberg é embarcar em uma jornada explorando um território onde ninguém jamais explorou”, disse Robert Lanton, que está produzindo o filme. “Cada uma de nossas colaborações tem sido uma aventura empolgante e a visão incondicional do David é do que o verdadeiro cinema é feito.”

O filme está por aqui há um tempo, ganhando atenção para o que marcará a quarta colaboração de Cronenberg com Mortensen, incluindo os incríveis filmes Marcas da Violência e Senhores do Crime. É real agora, com a NEON lançando nos Estados Unidos. O filme faz parte de uma lista de recentes aquisições da distribuidora que inclui Spencer, de Pablo Larraín.

Crimes of the Future também é a quarta colaboração entre Lanton e Cronenberg, que se juntaram para Senhores do Crime, eXistenZ e Crash – Estranho Prazer. Steve Solomos é co-produtor e Panos Papahadzis co-produz para a Argonauts Productions de Atenas. Os produtores executivos são: Joe Iacono, Thorsten Schumacher, Peter Touche, Christelle Conan, Ainda Tannyan, Victor Loewy e Victor Hadida. Bonnie Do e Laura Lanktree são produtores associados.

Além de Mortensen e Lantos, Cronenberg se rodeou com colaboradores de longa data que incluem a designer de produção Carol Spier (Crash – Estranho Prazer, Gêmeos – Mórbida Semelhança) e o compositor vencedor do Oscar, Howard Shore (Marcas da Violência).

Fonte | Tradução: Equipe Kristen Stewart Brasil

A distribuidora Neon divulgou na manhã de hoje uma nova imagem oficial de Kristen Stewart como a Princesa Diana em Spencer, do diretor Pablo Larraín. Junto com a foto, eles também divulgaram que a primeira parte das filmagens foram concluídas, partindo da Alemanha para terminarem no Reino Unido. O ator Jack Farthing foi adicionado ao elenco como o Príncipe Charles. Não deixe de conferir a foto em alta definição na nossa galeria!

Foi divulgada a primeira imagem oficial de Kristen Stewart como a Princesa Diana no novo filme de Pablo Larraín, Spencer. A fotografia principal começa a ser filmada hoje na Alemanha! Confira mais detalhes:

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Timothy Spall (Sr. Turner), Sally Hawkins (A Forma da Água) e Sean Harris (Missão: Impossível – Efeito Fallout) se juntaram à Kristen Stewart na biografia de Lady Diana que está gerando empolgação e está filmando na Alemanha antes de ir para o Reino Unido.

Os produtores compartilharam hoje a primeira imagem de Stewart como a icônica Lady Di.

Como o Deadline revelou primeiramente, o cineasta de Jackie, Pablo Larraín, está dirigindo o roteiro de Steven Knight (Peaky Blinders) sobre um fim de semana no início dos anos 90 quando Diana decidiu que seu casamento com o Príncipe Charles não estava mais funcionando e que ela precisava se afastar de um caminho que um dia a colocaria na sucessão para ser rainha.

O drama se passa em três dias em um de seus últimos feriados de Natal na Casa de Windsor na propriedade de Sandringham. Os produtores não disseram quem irá interpretar o Príncipe Charles e seus dois filhos: Príncipe William e Príncipe Harry.

Stewart disse sobre o filme: ”Spencer é um mergulho para dentro de uma imaginação emocional de quem era Diana nesse ponto crucial de sua vida. É uma afirmação física da soma de suas partes, que começa com seu nome de batismo, Spencer. É um esforço angustiante para ela voltar a si mesma, enquanto Diana luta para manter o que o nome Spencer significa para ela.”

O filme está entre as primeiras – se não a primeira – produção do Reino Unido a filmar no continente após o Brexit. No entanto, em uma reviravolta surpreendente, o produtor Paul Webster nos disse hoje que “não foram necessários vistos para o elenco e equipe do Reino Unido,” algo que foi antecipado como resultado do Reino Unido deixando a União Europeia.

Houve uma leve comoção entre alguns veículos do Reino Unido e nas redes sociais no meio do ano passado quando foi anunciado que os dois príncipes não poderiam ser interpretados por atores britânicos devido às restrições de viagem do Brexit. O produtor Webster nos contou depois que esse não era o caso.

No entanto, presumidamente parte do elenco será alemão, já que o projeto está recebendo investimento de órgãos alemães.

Larraín está produzindo com seu parceiro da Fabula, Juan de Dios, também com Jonas Dornbach, Janine Jackowski e Webster. Neon e Topic Studios conseguiram os direitos estadunidenses e esperam estrear o filme no segundo semestre de 2021. Em 2022, a morte de Diana fará 25 anos.

A equipe criativa impressionante de Larraín inclui a diretora de fotografia Claire Mathon (Retrato de uma Jovem em Chamas), a figurinista Jacqueline Durran (Adoráveis Mulheres), designer de maquiagem e penteado Wakana Yoshihara (Assassinato no Expresso Oriente) e Guy Hendrix Dyas (A Origem) é o designer de produção. Jonny Greenwood, do Radiohead, está compondo a trilha sonora original (Trama Fantasma).

Fonte | Tradução: Equipe Kristen Stewart Brasil

Aubrey Plaza falou recentemente com o Indiewire como foi trabalhar em Happiest Season e expressou sua admiração por sua colega de elenco, Kristen Stewart. Saiba mais:

A charmosa comédia romântica queer de Clea DuVall, Happiest Season, chegou ao Hulu semana passada e rapidamente se tornou o filme original mais assistido do streamer. Enquanto o filme foca no relacionamento entre Abby (Kristen Stewart) e Harper (Mackenzie Davis), Aubrey Plaza rouba a cena como Riley, o primeiro amor de Harper.

”É sempre estranho chegar em um set depois que as pessoas já começaram a filmar por semanas porque você se sente um estranho, mas eu estava muito animada para trabalhar com a Kristen,” ela disse. ”Rapidamente, Kristen e eu encontramos um assunto em comum. Estávamos conversando constantemente sobre filmes do jeito mais nerd possível e eu estava encantada com isso. Não parecia trabalho.”

Nas redes sociais, muitos fãs de Happiest Season deixaram claro que achavam que Riley e Abby deveriam ter terminado o filme juntas. É difícil negar a química com Stewart, o que Plaza diz ser algo real.

”Eu admiro muito o trabalho dela e suas escolhas,” Plaza disse. ”Acho que ela é incrivelmente talentosa e possui muito bom gosto. Sinto que nós nos entendemos em um nível de sentir que as pessoas projetam certas coisas em nós, mas não são reais e são realmente apenas baseadas em personagens que nós interpretamos. Eu a entendo desse jeito. Vejo todos os lados dela. Acho que ela não é o que as pessoas pensam e talvez me sinto assim sobre mim mesma, também.”

Fonte | Tradução: Equipe Kristen Stewart Brasil

Kristen Stewart entrevistou sua colega de elenco em Happiest Season, Mackenzie Davis, para a revista Hunger. As duas falam sobre o filme, o processo para se preparar para um trabalho e o próximo projeto de Mackenzie. Confira:

KRISTEN STEWART: Cara, não nos divertimos muito em Happiest Season?
MACKENZIE DAVIS: Nunca me diverti tanto trabalhando com alguém na minha carreira. Ter amizade com alguém, amá-lo e não o deixar pensando que você é muito intensa. É muito bom se sentir em casa em algum lugar.
KS: Eu sempre justifico experiências ruins porque eu passo por isso e penso que sou melhor por causa disso, mas realmente o que eu amo é me sentir visível, entendida, amada e apoiada. É muito legal fazer um trabalho que parece natural, me sinto tão à vontade com você e esse conforto não era entediante.
MD: Eu entendo o que você disse. Ter dificuldades realmente não promove a melhor versão de mim mesma.
KS: Imagine dois homens tendo essa conversa, nem passaria pela mente deles. É uma reação tão feminina ao conflito pensar, ‘Na verdade, eu posso tirar algo disso, posso fazer meu melhor trabalho com essa dificuldade.’ Mas realmente, foda-se isso, não é verdade. Então, Clea é incrível, não acha?
MD: Clea é uma das melhores pessoas que já conheci na minha vida, a acho tão talentosa. Ela nos manteve em curso durante o filme inteiro quando nós queríamos transformar tudo em um drama-tragédia.
KS: Em entrevistas, você acaba falando sobre o resultado do trabalho que você fez e não sobre o trabalho. É estranho porque você precisa sair completamente de si para se relacionar com outras pessoas e suas percepções, mas e a experiência que você está tendo? Mesmo quando você acorda de manhã para trabalhar, como você se prepara para uma grande cena? Você é melhor de manhã ou de noite?
MD: Falar sobre o processo me estressa porque tenho ansiedade sobre ser uma aluna ruim e não fazer as coisas certas ou não saber o jeito certo de fazer. Com tudo em que trabalho, eu leio um pouco, procrastino muito, penso um pouco, escrevo algo e então para onde isso vai, não faço ideia… esse saco de lixo de becos sem saída. Quando falo sobre meu processo, eu penso, ‘Oh não, é tão bagunçado e você não quer saber sobre isso, você vai ficar desapontado de saber o que realmente acontece.’
KS: Acho que não existe um jeito errado de fazer as coisas. Notei que sempre que alguém com quem trabalho tem regras duras e rápidas, mesmo quando eles são realmente talentosos e essas regras se provam muito produtivas e frutíferas para eles, eu não consigo me relacionar. Mas então também sinto que sou uma atriz ruim ou que não sou tão diligente porque não tenho um processo definido.
MD: Acho que é a psicose estranha desse trabalho, que existe sempre a chance de começar de novo e fazer melhor no próximo, mas também o medo de que você nunca vai ter outra chance.
KS: Também o desejo de nunca fazer isso de novo, mas o sentimento de que você quer fazer isso pelo resto da sua vida.
MD: Sim, eu quero fazer isso pelo resto da minha vida, mas eu também posso por favor ter uma fazenda? Eu adoraria ser dona de casa e relaxar.
KS: Você faz uma Delicata squash muito boa, você seria uma ótima dona de casa.
MD: Acho que em termos de processo, eu aprendo muito o que fazer e o que não fazer com as pessoas com quem trabalho. Com você, eu vi que você é muito boa em defender suas escolhas e si mesma. Digo isso do jeito mais lisonjeiro porque tenho essa coisa canadense misturada com a minha personalidade natural de dizer, ’Eu não faria assim’ e então ’Oh, você não gosta disso? Então vou me calar e não vou te perturbar mais com a minha opinião porque prefiro que a gente siga em frente e tenha um bom dia.’ Não estou dizendo que você faz o oposto disso e cria um problema, mas realmente aprendi observando você e vou usar no futuro.
KS: Então, você tem algum outro projeto em breve?
MD: Sim, Station Eleven. Se passa em vinte anos no futuro depois de uma pandemia apocalíptica que acabou com 99,9% da população. É uma série sobre uma pandemia que foi adiada por causa de uma pandemia. Tive dez meses para preparar uma piada melhor para isso, mas é o que consegui.
KS: Você vai aprimorar isso, você vai ter tempo.
MD: É tão estranho não trabalhar por tanto tempo porque você realmente sente que perdeu o jeito entre cada projeto e eu sempre sinto que é o primeira dia na escola e não aprendi nada no ano anterior.
KS: Qual o tom da série?
MD: É muito sobre o trauma que forma os artistas e sobre a busca de criar arte mesmo em um estado de caos e devastação. Mesmo depois de não ter restado nada, ainda terão pessoas que irão contar histórias e criar arte como um modo de sobreviver. Segue uma trupe shakespeariana que leva Shakespeare para todas essas cidades depois do fim do mundo.
KS: Não acredito em um mundo onde não somos inclinados a imaginar e criar. Todas essas hipóteses são o que nos fazem pensar e o que nos move. Estou realmente animada para Station Eleven – se eu fosse fazer um filme de tópico, minha cabeça estaria nisso.
MD: O fato de que eles estão performando Shakespeare é muito interessante. Eu li algumas ficções históricas sobre a escrita de Hamlet e fiquei chocada com a onipresença da praga e do desastre naquela era [1500]. Algumas vezes me sinto muito mal com a raça humana porque sua adaptação é através da ignorância, ignorar a realidade para seguir em frente e criar uma imitação de uma vida normal. Fazem isso com a mudança climática, fazem isso com a pandemia.
KS: Somos apenas monstros, realmente.
MD: Ler essa ficção histórica me fez me sentir um pouco melhor. Perceber que a relutância em mudar por um bem maior não é um problema do século 21, não é da revolução industrial. Somos apenas lixos, é a condição humana.

Fonte | Tradução: Equipe Kristen Stewart Brasil

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