Arquivo de 'New York International Film Festival'



Em entrevista durante a premiere do filme Billy Lynn’s Long Halftime Walk, Kristen, e outros atores, comentaram sobre a experiência do filme. Confira:

O mais recente filme de Ang Lee, Billy Lynn’s Long Halftime Walk, estreou sem qualquer sinal de caos em sua premiere mundial na sexta-feira à noite, exibido no AMC Loews Lincoln Square, um cinema especialmente equipado, ao seu formato: em 4K, 3D nativo e 120 frames por segundo.

A exibição do filme foi a primeira, tanto para o elenco quanto para o público — e para Lee, o primeiro com uma audiência. “Eu estou nervoso — Eu me sinto exposto pela alta taxa de frames, 3D, câmera de alta resolução”, o diretor brincou com o público de antemão.

Essa câmera não deixou espaço para erro do elenco. “Quando você está gravando da maneira que sempre fazemos, há certas coisas que as pessoas não vêem. Em qualquer outro filme, eu termino uma cena e vou querer fazer de novo, eles vão me dizer: ‘Não, foi ótimo’, e eu digo, ‘Não, confie em mim, eu estava mentindo’, Kristen Stewart disse ao The Hollywood Reporter no tapete vermelho. “Por isso, aqui não há espaço para isso. Você vê tudo. Tinha que ser cru e real. Eu achei isso incrível, foi tão legal – eu era como, ‘Me empurre mais forte!’

Garrett Hedlund recordou, “[Lee] disse a todos no início, ‘Se vocês tentarem atuar, vocês parecerão que estão atuando porque a resolução é tão alta. Vocês não podem atuar; Vocês tem apenas que ser’. Ele só queria que todo mundo fosse natural”. Ismael Cruz Cordova acrescentou, “Ele pediu por um nível mais elevado de experiência no personagem — ele disse, ‘Tem atuação, tem atuação em 3D e então, tem essa atuação’.”

Depois disso, Lee pediu aos espectadores por suas reações e expandiu em seu processo de filmagem. “Eu não tenho um monitor que mostra nem perto [o formato destinado], então foi muita adivinhação”, explicou. “É assustador, às vezes eu sinto que não sei como fazer filmes.”

Mas ao lado dos companheiros Chris Tucker, Steve Martin, Makenzie Leigh e o estreante Joe Alwyn, Vin Diesel reafirma: “Ver o filme é uma experiência tão forte. As nuances do filme, a mensagem proposta no filme é meio que forte. Depois que você vê os créditos, todo mundo estava como cervo nos faróis… [Ele] leva-o a um lugar que você não espera ir em um filme de guerra, e ter uma imagem da guerra simplificado em uma declaração de amor é uma prova do que Ang tem feito.”

Billy Lynn’s Long Halftime Walk estreia dia 11 de Novembro (EUA)

Fonte | Tradução: Equipe Kristen Stewart Brasil

Aconteceu hoje em Nova York a premiere de Billy Lynn’s Halftime Walk, o tão aguardado e comentado novo filme do diretor Ang Lee. Kristen esteve presente juntamente com seus colegas de elenco. Confira abaixo:

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Ontem (07/10) foi a premiere de Personal Shopper no New York Film Festival. Kristen compareceu ao evento ao lado de Olivier Assayas e Charles Gilbert. Após a exibição do filme aconteceu um Q&A com ela e Olivier. Confira as fotos e vídeos baixo:

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Kristen falou em entrevista ao site Vulture sobre o comentário de Olivier Assayas de que ela é a melhor atriz de sua geração. Confira:

O diretor francês Olivier Assayas não estava exatamente exagerando quando ele chamou Kristen Stewart de melhor atriz de sua geração — ela é a primeira atriz Americana a ganhar um prêmio César, e ela está em três filmes diferentes no New York Film Festival deste ano, Personal Shopper, Certain Women, e Billy Lynn’s Long Halftime Walk, todos os quais lhe rendeu elogios. Mas Stewart não se empolga muito com seus comentários. “Ele tem bom gosto”, ela brincou com Vulture em um evento na quarta-feira no NYFF antes de acrescentar:

“Não [sério], ele tem bom gosto. Eu também sei o quão ele é próximo de seu trabalho; Eu sei quão pessoal é para ele. Então, eu sei que ele só iria dizer isso porque fui capaz de chegar tão perto de sua coisa como ele. E honestamente, isso me faz sentir bem. Eu faria realmente qualquer coisa para satisfazer essa visão, então ele dizer isso significa que eu consegui.”

Stewart disse que é naturalmente atraída para personagens “isolados e terríveis” como a que ela se envolve em Personal Shopper de Assayas, onde ela interpreta Maureen, uma mulher de luto pela perda de seu irmão gêmeo. “É apenas um padrão absurdo que eu tenho”, ela explicou. “É como um instinto de sobrevivência: eu me empurro para onde me sinto mais próxima… eu não quero ser dramática e dizer ‘morte’, mas para onde você se sente mais próximo de perder o controle. Você se sente tão vivo quando perde tudo. Eu sinto que, com qualquer coisa que vale a pena fazer, eu normalmente tenho esse sentimento.”

Fonte | Tradução: Equipe Kristen Stewart Brasil

Durante o evento “An Evening With Kristen Stewart”, Kristen contou alguns detalhes se seu curta, Come Swim. Ela contou sobre como escolheu sua equipe, e a felicidade que sentiu ao fazer seu primeiro trabalho como diretora. Confira abaixo:

De acordo com a lenda de Hollywood, como uma criança, Kristen Stewart nunca imaginou que acabaria se tornando uma atriz, em vez de estar escrevendo e dirigindo, algo por de trás das câmeras que ainda lhe permite explorar ativamente a indústria que ela tanto ama. Quase vinte anos depois, Stewart finalmente está conseguindo fazer isso.

Enquanto estava sendo homenageada no “An Evening with Kristen Stewart’’ nessa semana, um evento feito em conjunto pelo New York Film Festival e Film Society of Lincoln Center, uma Stewart muito animada compartilhou mais alguns detalhes de seu primeiro curta, um projeto que foi anunciado em maio como parte do projeto Shatterbox Anthology, da Refinery29. O filme se chama “Come Swim” e será lançado em algum momento esse ano.

Para Stewart, que atua desde os oito anos e cresceu em uma família que sempre esteve próxima da indústria do entretenimento – seu pai é um grande diretor de palco e produtor de televisão, enquanto sua mãe é uma supervisora de roteiros que já dirigiu no passado – fazer seu próprio filme parecia à progressão natural de uma carreira que já está em sua segunda década. E parece que já deu resultado.

“Eu nunca estive tão feliz fazendo alguma coisa, eu encontrei o próximo nível,” ela disse para a plateia.

Apesar de sua afeição por seu novo plano de carreira, Stewart não está deixando a atuação para trás. Na verdade, ela já está encontrando paralelos entre seu trabalho na frente e por trás das câmeras.

“Eu não faço uma distinção entre as duas posições – elas são tão similares para mim,” disse Stewart. “Uma é mais esporádica, impulsiva e irreverente de certa forma, pois uma vez que está feito, está feito. É um super raio em uma garrafa. E você não pode levar crédito por isso, é algo que acontece e você fica tipo ‘Isso foi ótimo, eu estou grata por ser parte disso e estou orgulhosa que fui capaz de fazer.’ Como um diretor, você pode segurar algo perto de você.”

Stewart admite que não tomou nenhum grande risco em seu primeiro curta, como ela explicou para o público, “É uma coisa expressionista, algo para os olhos de um artista. Eu não estou me escondendo atrás de algo fazendo isso.”

Ainda assim, ela parece estar em sintonia com algumas limitações específicas – e liberdades – de trabalhar com o formato curta, elementos que ela abraçou alegremente.

“O que eu quero fazer é me certificar de que todo mundo pare de pensar até o final,” explicou Stewart. “Quando você está assistindo um curta, você está sempre tentando adivinhar o porquê o curta foi feito, pois você não tem muito tempo para adivinhar isso, ‘Do que isso se trata? Eu sei, eu vou entender. ’ Eu quero que seja algo que toque você.”

Para a nova diretora, o elemento da colaboração parece ter sido um grande atrativo para pisar por de trás das câmeras e ela adorou a oportunidade de montar sua própria equipe. “Eu fico em cima do muro quando o assunto é escolher equipe”, disse ela. “Algumas pessoas eram muito jovens, famintas, ambiciosas e muito talentosas, inovadoras e estranhas, e algumas pessoas que eu sou uma grande fã.”

Como exemplo, ela compartilhou um pouco o processo que foi trabalhar com seu editor, lembrando-se: “Eu o vi meio que conseguindo, pois eu estava animada e ele capturou isso e foi contagioso. Ele estava tipo: ‘Eu estou animado, porque você está animada. ’ Eu fiquei tipo ‘Isso é ótimo, mas o que eu realmente gostaria é que você ficasse animado porque você ficou egoísta e teve esse desejo que eu lhe dei. ’ E isso aconteceu, foi a coisa mais legal.”

Compartilhando sua visão – compartilhando de verdade – parece animar Stewart ainda mais, e ela sentiu isso enquanto criava seu primeiro filme.

“Isso é a coisa mais gratificante que eu já fiz,” ela disse. “Como um ator, você é essa coisa que pode ajudar as pessoas a se sentirem de tal forma, mas quando isso vem de você – é uma validação definitiva. Você não está sozinho. Tipo ‘Eu te vejo, garota. Eu te vejo e eu entendo. ’ Tipo, ‘Sim. ’”

Quanto ao produto final, Stewart não resistiu ao se autodepreciar um pouco.

“Provavelmente é uma merda!” ela riu. “Não, vai ser bom. Eu realmente gostei e é um enorme prazer. Talvez você não goste, mas você não pode dizer que não foi bem feito.”

Fonte | Tradução: Equipe Kristen Stewart Brasil

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