Arquivo de 'Chanel'



Em conversa com a Vogue Itália, Kristen fala sobre a nova coleção primavera verão 2020 da Chanel.

Kristen Stewart, rosto da campanha da coleção primavera verão 2020 da Chanel nas fotos tiradas por Jean-Baptiste Mondino, fala sobre a relação dela com a casa, a nova diretora criativa Virginie Viard e a experiência de estar em um set de campanha publicitária.

A atmosfera das imagens parece ser suspensa como no momento que você pula no ar e você fica sem gravidade,” confessou a atriz que, para fazer as fotos, usou um trampolim elástico na frente das lentes do fotógrafo francês. A campanha realça o conceito da leveza e do intrínseco na coleção imaginada por Virginie Viard na passarela que reproduzia os tetos parisiense, dentro do Grand Palais.

As roupas pareciam poder se mover, dançar, correr e respirar. É refrescante, bem moderno e claramente desenhadas do ponto de vista de uma mulher.” Kristen Stewart continua explicando o significado da liberdade expressada pelas roupas da nova coleção primavera verão 2020 da Chanel. “Parecia para mim que essas roupas foram feitas por alguém que poderia usá-las. Nós realmente precisamos nos sentir leves, nós temos que sentir que podemos correr como mulheres agora. E essas roupas tornam isso possível.”

Nas fotos de Modino, a atriz usa alguns dos looks mais emblemáticos da coleção. O terno de tafetá rosa (o mesmo usado pela Kristen na premiere no último filme dela, Seberg): com a jaqueta clássica sem gola, com uma decoração brilhante de metal e lurex, combinada com a saia plissada que se abre livremente para todos os movimentos. Ou, o blazer: com gola pontuda, mangas largas e pernas totalmente expostas, para evocar a sensação de movimento. Movimento ainda mais enfatizado pelas joias Chanel: colares e pulseiras de metal, strass e pérolas de vidro, juntamente com os inconfundíveis broches de camélia em chiffon de seda.

Virginie é uma pessoa que eu admiro e de certa forma sigo para meu crescimento pessoal,” disse a Kristen Stewart. As duas se conhecem há algum tempo, a atriz trabalhou para a casa pela primeira vez em 2013 e se tornou uma embaixadora desde 2015. “Há uma originalidade e algo único que leva à todos os cômodos que entra e eu sinto que suas roupas fazem o mesmo

Falando das imagens da nova campanha da Chanel, estrelando ela, Stewart comentou “Não parece ser forçado ou executado, elas realmente parecem vivas e sem perder a elegância ou elevação. Faz sentido que tenha sido a inspiração da Virginie, pois parece impulsivo, esporádico, honesto, colorido e vívido.”

Fonte | Tradução: Maria Clara – Equipe Kristen Stewart Brasil

Kristen Stewart entrará na nova década com mais duas campanhas da Chanel em seu bolso. Ela estampa a campanha de maquiagem Rouge Allure Camelia e a coleção Primavera-Verão 2020 da grife. Confira:

CHANEL > ROUGE ALLURE CAMELIA > CAMPANHA

CHANEL > SPRING/SUMMER > CAMPANHA

“As roupas parecem muito ajustadas. Você deve fazer algo nelas, não apenas sentar e ficar bonita,” Kristen Stewart diz sobre a coleção primavera-verão da Chanel. E então ela subiu em um trampolim para o fotógrafo Jean-Baptiste Mondino, que a capturou no ar para a mais recente campanha de publicidade da marca, programada para estrear em 1º de janeiro em títulos europeus.

“”Gosto de seu lado cintilante de moleca,” entusiasmou Mondino, que também fez campanhas de fragrâncias para Chanel, estrelando Gaspard Ulliel e Vanessa Paradis.

Embaixadora da marca desde 2015, e rosto do perfume Gabrielle Chanel e da maquiagem Noir et Blanc, Stewart atualmente aparece na biografia Seberg, de Benedict Andrews, sobre a atriz Jean Seberg, que a designer da Chanel, Virginie Viard citou como inspiração para sua proposta de primavera, mostrada em um cenário de telhados de Paris.

Fonte | Tradução: Equipe Kristen Stewart Brasil

O Métiers d’Art, desfile anual da Chanel em dezembro, aconteceu em Paris na semana passada e Kristen Stewart marcou presença da primeira fila como uma das musas da grife. Ela também conversou com o WWD depois do desfile, confira:

EVENTOS > EVENTOS E PREMIAÇÕES > EVENTOS E PREMIAÇÕES EM 2019 > (04/12) DESFILE DA CHANEL METIERS D’ART EM PARIS

Kristen Stewart estava sentada em um sofá embaixo de uma estante de livros, rodeada de painéis de madeira escura decorada com detalhes dourados. A atriz, uma visitante regular no apartamento da Chanel na Rue Cambon, se sentiu conectada com a escolha de objetos da falecida designer.

“Eu gosto do fato de que tudo foi completamente intencional: Chanel se rodeou de coisas que ela queria olhar,” Stewart disse.

Isso é algo que ela aplica em sua própria casa? “Eu tenho um pouco de TOC,” disse a atriz, que estrela As Panteras. “Eu sinto que eu não posso pensar propriamente no meu trabalho até que tudo esteja perfeitamente limpo. Então algumas vezes eu fico fixada em limpar a minha casa por três dias. E depois eu penso, ‘Vá trabalhar!'”

Stewart está focando em seu próximo grande projeto: seu primeiro roteiro, uma adaptação de A Cronologia da Água, de Lidia Yuknavitch, uma biografia de uma nadadora e artista navegando pelos problemas do luto, gênero, violência e sexualidade.

“Eu quero terminar no ano que vem, então espero não pegar mais trabalho para focar nisso e terminar,” ela disse. “É extremamente assustador escrever seu próprio roteiro, mas de um jeito bom. Estou obcecada com ele, é a única coisa que eu me importo agora.”

Fonte | Tradução: Equipe Kristen Stewart Brasil

Aconteceu ontem em Los Angeles a festa WELOVECOCO, da Chanel. Kristen esteve presente e posou para fotos com Mackenzie Foy, que interpretou sua filha em Amanhecer – Parte 2. Confira mais fotos da festa:

21~44.JPG10~73.JPG5~92.JPG1~112.JPG

EVENTOS E PREMIAÇÕES > EVENTOS E PREMIAÇÕES EM 2018 > (28/02) FESTA WELOVECOCO DA CHANEL EM LOS ANGELES

A revista Grazia France publicou uma nova entrevista com a Kristen feita em Paris durante a divulgação do perfume Gabrielle, da Chanel. Confira

O que Kristen Stewart representa em 2017, vale a pena lembrar? Ela é o único símbolo da geração atual. Sem competição. Porque ela tem em seus olhos, em sua voz, esse jeito de dizer: “Eis que somos nossa geração, com nossa firme vontade de seguir nossas próprias regras, com a nossa constante redefinição de feminilidade, assim, seguindo uma nova ideia do que os jovens podem fazer em um relacionamento com o mundo desconhecido.”
Com isso, Kristen Stewart não precisa anunciar: é o suficiente que ela entre em um lugar para que seu corpo diga. Chanel, que não havia lançado novas fragrâncias em quinze anos, a escolheu para incorporar Gabrielle. Poderíamos pensar que esse é o anúncio de uma biografia, mas é apenas um (lindo) filme de um minuto. Mas, além da campanha, há essa mistura de gerações: Gabrielle Chanel, futuramente Coco, que foi uma das figurantes mais vanguardistas de seu tempo, e um século depois, essa menina, sua cópia cósmica, que avança tomando todos os riscos. Essa entrevista, realizada em almofadas muito confortáveis de um grande hotel parisiense, durou poucos vinte minutos. No tempo de Kristen, esses vinte minutos são equivalentes a uma hora. As ideias se fundem, a concentração é máxima, a menina não solta, falando com a velocidade de uma metralhadora. Bang, uma ideia, bing, um silêncio.

Há uma certa surpresa em ver você associada com um perfume…
Eu não corro atrás do mundo da moda. Os filmes que eu fiz me trouxeram para cá quando eu era apenas uma adolescente, foi quase uma invasão. Eu conheci o melhor e o pior. O comportamento assustador e ridículo de pessoas que desenvolvem uma imaginação delirante para esmagar você. Eu também conheci pessoas raras que pensam apenas em fazer o mundo um lugar mais bonito, isso é a única obsessão deles. Karl é assim. Eu estou trabalhando com a Chanel por quatro anos agora, então o processo é natural. Trabalhar com ele é como trabalhar com um grande diretor: Eu preciso traduzir as ideias dele para o meu corpo. Eu não sou quem cria, sou quem transmite para os outros.
Esse é o seu papel com Karl Lagerfield? Nós pensamos em uma musa contemporânea…
Não, eu o vejo mais como aquele que pode falar com a impetuosidade e inocência de um adolescente: “Escute, confie em mim. Eu vou explicar, eu vou traduzir sua visão.”
Qual foi a visão para Gabrielle?
Chanel não havia lançado uma fragrância em quinze anos. Eles queriam algo mais “fundamentalmente Chanel”. O que significa ser Chanel? Algo autêntico com uma ideia de insubordinação.
É uma ideia que te toca, imaginamos…
É uma ideia que me deixa lisonjeada! (Risos) Eu lembro de uma frase das conversas iniciais muito bem: “Nós temos contado uma história juntos por algum tempo e essa história não será mudada de repente por conta de um perfume.” Insubordinação é um dos componentes mais fortes dessa história.
Gabrielle Chanel era uma rebelde?
Poucas pessoas sabem que antes de Coco, antes da personagem Coco Chanel, havia essa menina, Gabrielle Chanel. A intenção de chamar o perfume de Gabrielle é ir além da superfície das coisas. No pequeno filme que acompanha o lançamento do perfume, eu não sou Gabrielle Chanel mas eu espero estar conectada com o que ela simboliza. Eu trabalho instintivamente. Eu avanço na vida sem necessariamente saber o que vou fazer, mas eu faço sem ter medo de errar. Se você não se arriscar, você nunca vai aprender nada. Fiquei impressionada lendo coisas sobre Gabrielle Chanel, sobre como sua vida era uma sucessão de altos e baixos. Ela estava experimentando. Algumas de suas propostas eram bem recebidas, outras rejeitadas. Apesar disso, ela não mudava sua marca porque não agradava o público. Ela foi alguém que procurou e explorou, até o último dia. Por necessidade, é uma característica dela que fala comigo. Eu posso ser acusada de muitas coisas, mas não de ficar parada no meu sucesso inicial. Caso contrário, eu estaria aqui na sua frente promovendo Crepúsculo Parte 28.
Curiosidade é o motor?
Pegue o Karl como exemplo. De todas as pessoas que eu conheço, ele é o mais curioso. Nem a idade, notoriedade ou responsabilidades acabaram com seu apetite por descobertas. Ele está atento. Música, livros, ideias, linguagem corporal, ele está atento a tudo. O comercial mostra uma liberação, uma metamorfose, um novo corpo. É um simbolismo forte. Nós somos todos construções. Quando Gabrielle se torna Coco, podemos acreditar que ela trai o que ela é, que isso a afasta de sua autenticidade. É ao contrário: Dá o nome a algo que estava em Gabrielle e deixa essa verdadeira parte de si mesma crescer, mudar. O nome do perfume diz tudo para mim: Nós retornamos para a pessoa por trás da personagem, mas sem contradizer Coco. Nós voltamos para a origem de Coco para melhor medir a transformação, o poder da escolha. Quando Gabrielle desenha os dois C do logo de Coco Chanel, ela deixa algo para ser descoberto. Ela estava muito orgulhosa de suas próprias transformações. É um sentimento contagioso! (Risos). Eu acredito firmemente que você precisa decidir quem você é.
Qual é o lugar de um perfume para a sua geração que possui outras leituras sobre feminilidade?
É uma boa pergunta. É a base de boas conversas com a Chanel. Inicialmente, eu fiquei um pouco intimidada ao ser associada com uma campanha para um perfume. Por que eu? Eu não me sentia confortável com isso. Eu tinha clichês na minha cabeça: Eu me imaginei imediatamente passeando em um roupão de um palácio, beijando o vazio… Sem problemas, mas não se parece muito comigo, certo? (Risos). Eu não enxergava o que eu poderia trazer para essa imagem clássica de perfume. E eu sei que lançar uma nova fragrância após quinze anos é uma grande responsabilidade, estamos no terreno de uma definição muito ampla de feminilidade. Mas precisamente, a questão começou a funcionar: como usar um perfume, como captar uma feminilidade, seria um ato reacionário reservado somente para a ultra sofisticação? Eu tinha acabado de raspar a minha cabeça e eu nunca me senti mais feminina, consegui extrair coisas hipoteticamente longe dos meus gostos, como um lindo perfume. As mulheres de hoje em dia estão procurando um novo jeito de serem femininas. Cada uma tenta, de seu próprio jeito, coisas novas, o que movimenta as linhas. Você pode ser uma menina de cem jeitos diferentes com todas as complexidades possíveis. A primeira a cortar o cabelo foi Gabrielle. Ela foi o que hoje chamamos de “estranha”. Ela foi contra os códigos de normalidade. A minha geração está acordando para isso. Ela não se importava.
A sua filmografia pode ser vista como um longo documentário sobre você? Falo tanto de Crepúsculo quanto de Personal Shopper ou o comercial de Gabrielle.
Particularmente com Olivier, sim. Ele me colocou adiante em Sils Maria e Personal Shopper. Eu gosto de dizer para mim mesma que o público irá aprender coisas sobre mim através dos papéis, em fragmentos. Eu afirmo mais quem eu sou. Eu não me vejo, neste momento, incorporando uma mulher a milhões de quilômetros de distância de mim.
Como a fama veio muito cedo, você sofreu? Como você se construiu sendo observada, examinada, da noite para o dia?
É um negócio estranho e único. A maior diferença é a falta de espontaneidade. Agora eu não posso decidir nada em um bar ou lugares barulhentos. Qualquer coisa pede organização. Isso muda muito, eu não estava preparada para essa fama. Quando eu era mais jovem, eu mantinha meu olhar para o chão. Eu andava olhando para os meus pés, esperando não encontrar o olhar de ninguém. Eu sinto falta de poder ir em uma cafeteria e olhar as pessoas, observar suas vidas, imaginar com o que trabalham… A fama me proibiu de fazer isso. Mas em troca, eu recebi outra coisa. Um sentimento mais forte de pertencer ao mundo. E o trabalho o tempo todo para entender esse reconhecimento. Nunca parando. “Running, running, running for myself” (Ela faz referência a música de Beyoncé que move o comercial). Isso me alimenta nesse estranho estímulo que é o olhar do público.

Fonte | Tradução: Equipe Kristen Stewart Brasil

12345