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Kristen em nova entrevista ao El País
27, jul
postado por Mari

Kristen concedeu uma nova entrevista para o site El País, onde fala sobre Café Society, ser escalada para o papel de Vonnie e mais. Confira:

Para Woody Allen, a atriz de Crepúsculo parece jovem, iluminada e sedutora. Longe da escuridão e mistério que a envolvem, é assim que a vemos em seu novo filme, Café Society. No entanto, Kristen Stewart não pode escapar do rótulo de rainha dos filmeis internacionais independentes, comprovado pelo fato de ser a primeira atriz americana a ganhar um César, e entre outros. Mas Café Society e seu segundo filme com Olivier Assayas, Personal Shopper, pretendem ser sua reinvenção definitiva. Stewart, que começou a trabalhar em Hollywood com nove anos, aprendeu a falar honestamente, ainda que sua timidez apareça em atos não verbais: ela não consegue parar de mover as pernas, brinca com seus anéis e quase não olha nos olhos. Mas, isso sim, responde sem rodeios.

Café Society é seu terceiro filme com Jesse Eisenberg. Ele é seu ator favorito?
Sim, de fato, tínhamos terminado American Ultra quando começamos com Woody Allen. Não me deu tempo de sentir falta dele. Nós somos muito amigos. Temos uma linguagem própria, conversar que a maioria das pessoas não se interessaria porque somos analíticos demais, sombrios, esotéricos… Além disso, em Café Society, interpreto uma mulher sedutora e indefesa, e com ele eu não sentia vergonha. Com o Jesse é fácil, existem poucas pessoas com quem me sinto tão confortável.

Você disse que os papéis mais curiosos são os que te ensinam algo. O que aprendeu dessa vez?
Refleti sobre os tipos de amor que existem. Foi libertador e revelador. Admiro a capacidade da minha personagem de valorizar o momento e viver nele. Papéis assim abrem a sua mente.

Woody Allen afirmou que quando te viu, imaginou você como “uma jovem com meias brancas que vive no campo.”
No casting, ele me disse: “Creio que seja uma grande atriz, que seria perfeita para o papel, você irá bem se conseguir colocar para fora essa qualidade alegre. Preciso ver que pode ser divertida, espontânea, impulsiva… O filme só irá funcionar se você for cativante.” Fiz o teste, uma leitura fria, e saí de lá convencida de que ele não ia me chamar. Mas ele chamou.

No Sundance, na estreia de Certain Women, você falou claro sobre a situação das mulheres em Hollywood.
A única forma de mudar algo é falando sobre isso e tomando decisões para encorajar as mulheres a chegar a posição de poder. Embora, quanto mais falar, mais você vai se afastar de si mesma. Não deveríamos comemorar “como as mulheres fizeram bem no Sundance”, teríamos que falar dos filmes e ponto.

Você transmite uma imagem de mulher forte. É assim?
Me preocupo que tenham a impressão errada de mim. As vezes é um tipo de história em quadrinhos que é vendida. É uma história falsa criada por uma indústria obcecada com dinheiro.

Você ainda se afeta ao ler coisas sobre você?
Antes me afetava. Mas agora eu olho para o outro lado.

Sua personagem em Café Society comenta que preferiria ser uma pessoa de tamanho normal, uma boa atriz, do que ver seu rosto em pôsteres enormes.
Não acredito que os famosos ainda sejam tão grandes. Nós fomos desmontados. Hollywood costumava ser brilhante e intocável. Suas estrelas estavam em outro nível. Mas é óbvio que agora somos frágeis.

Isso é bom?
Sim. A imprensa algumas vezes contam verdades; outras, não. Mas você tem que focar no importa para você, porque há bastante estupidez no mundo.

Fonte | Tradução: Equipe Kristen Stewart Brasil

Kristen conversou a revista Grazia Italia na press conference de Café Society, que aconteceu semana passada em Nova York. Confira a entrevista com respostas mais detalhadas da atriz:

É tão estranho encontrar Kristen Stewart em Nova York. Nós dois vivemos em LA, e hoje estamos no Crosby Hotel, perto do World Trade Center. A razão é que ela está muito ocupada promovendo seus dois filmes: O sci-fi Equals e o sofisticado Café Society, de Woody Allen.

A atriz e de 26 anos é uma das mais bem pagas do mundo, e após muitos trabalhos no set, ela está começando sua nova aventura como diretora e ela deseja inovação.

Um dessas, está no seu antebraço e diz: “Mais uma vez com sentimento,” a frase dita por todo diretor para seus atores e nós podemos traduzir como: “Vamos fazer a cena novamente, mas agora com mais sentimento.”

Na verdade, Kristen diz que é um estilo de vida. “Se não deu certo na primeira vez, você sempre pode tentar novamente e colocar seu coração nisso.”

E mesmo que durante nosso encontro eu não possa perguntar nada sobre sua vida pessoal e seu relacionamento com Alicia Cargile, após a cantora Soko, hoje Kristen quer falar sobre sentimentos.

Especialmente porque eles são o centro de seus dois novos filmes: em ‘Equals‘, ela interpreta Nia, uma mulher que live em uma sociedade do futuro onde qualquer tipo de emoção é banida, e ela se apaixona por Silas, interpretado por Nicholas Hoult.

Em Café Society, ela é Vonnie, uma secretária que usa Chanel e fez Jesse Eisenberg se apaixonar por ela.

Em seus filmes recentes, você teve que lidar com tipos diferentes de amor: o amor platônico, o amor adolescente, o amor apaixonado, o amor entre dois amigos e o amor único. Qual é o mais viciante?
Não há nenhum melhor do que o outro. Você não pode definir o amor e você não pode viver sem ele. Eu ajo de jeitos diferentes com todo mundo: eu tenho um relacionamento diferente com meus amigos, minha família, e agora estou agindo diferente porque você está me entrevistando. Há muitos jeitos de amar a si mesmo e de amar outras pessoas.

No filme ‘Equals’, você interpreta uma menina que vive em uma sociedade onde pessoas que amam arriscam sua vida.
Sim, não é meu tipo de mundo.

Em vez disso, em Café Society, sua personagem, Vonnie, tem que decidir entre um homem adulto, mas com sucesso, e um jovem rapaz sem dinheiro. Quem você escolheria?

O filme se passa nos anos 30 e, naquele tempo, a prioridade era para a mulher achar alguém que poderia tomar conta dela. A independência feminina não era nem um tópico para discussão. O que você vai ver no cinema é uma menina que se diverte muito com o cara rico, interpretado por Carell, mas ela descobre uma vida mais íntima com o cara sem dinheiro.

Você não me disse quem escolheria.
Eu não me sinto confortável escolhendo no lugar da minha personagem. Eu pessoalmente amo passar o tempo com o Jesse, então eu ficaria com ele, eventualmente.

Você já sofreu por amor?
Sofrer? Eu já fiquei arrasada.

E como você se curou?
Seguindo em frente com a minha vida, fazendo minhas próprias escolhas sem olhar para trás. De primeira você sofre, mas então você percebe que cada minuto que você passou sofrendo, vai te fazer mais forte e consciente. Eu não mudaria nada sobre essa dor. Eu prefiro sofrer do que ser insensível. E nós temos que nos lembrar que nós somos a causa de nossa felicidade, e nós somos feitos para nos apaixonar. Droga, eu deveria escrever um livro de autoajuda para pessoas que estão com o coração partido.

Você apareceu na semana passada no Jimmy Fallon e jogou Twister com ele. Você mostrou seu lado competitivo. Você sempre foi assim?
Eu era a única menina da família, minha vida sempre foi: “Eu posso fazer isso também, eu posso fazer isso também!” Eu não quero aparecer exatamente em toda situação, mas se eu jogo, eu quero ganhar, e eu não tenho vergonha de dizer isso. Mas geralmente as pessoas gostam mais de você se você perde.

Você é uma celebridade mundial, um ícone de estilo e uma das atrizes mais bem pagas. O que você faria se pudesse aproveitar o anonimato?
Eu andaria sozinha, ou iria para um shopping ou para lugares cheios de pessoas. Não que eu goste de shopping, mas porque eu finalmente poderia ver o rosto das pessoas sem ser reconhecida. Algumas vezes eu penso que eu só me tornei atriz por causa da minha curiosidade sobre a vida das pessoas.

Você começou muito jovem, você tinha 9 anos quando interpretou a filha de Jodie Foster em Panic Room. O que a fez ficar curiosa naquela época?
De primeira eu estava apenas pensando em conseguir um emprego, ir para o set e brincar com as falas. Depois disso, eu encontrei tanta paixão sobre o cinema e o quanto de arte há em cada cena.

Nós nos conhecemos em 2007 para o filme ‘Into the Wild’, mas você ainda era uma jovem e tímida menina. Agora você é uma mulher determinada e confiante. O que mais podemos esperar de você?
Um filme, meu filme. No ano passado, eu trabalhei em cinco sets diferentes e agora eu tenho a chance de trabalhar em um filme que eu escrevi em 3 semanas. Eu estou muito feliz, eu queria criar algo meu desde que eu era criança e agora eu tenho a chance.

Sobre o que o filme se trata?
O nome é ‘Come Swim’, mas eu vou falar mais sobre ele quando estiver terminado. O ator principal é um dos meus amigos chamado Josh. Ele não é ator, mas ele é incrível. Vocês vão ver.

Você pediu algum conselho para sua amiga e mentora, Jodie Foster?
Quando eu contei para ela sobre o filme, a primeira coisa que ela disse foi: “A primeira coisa que você precisa aprender é que você não tem nada o que aprender. Você está pronta.” Ela me deu coragem.

O que te assusta?
Quando eu era criança, eu tinha ansiedade e eu não sabia da onde vinha. Ao crescer, eu aprendi que é muito normal ter momentos de insegurança.

Graças a ‘Twilight’, onde você se apaixonou por um vampiro interpretado pelo seu ex, Robert Pattinson, você se tornou um ícone para os adolescentes. Você ainda aproveita os benefícios?
Bom, sim, ninguém teria financiado meu curta se eu não tivesse interpretado a Bella.

O filme do Woody Allen se passa em Los Angeles, a cidade onde você vive. Você se sente em casa em Hollywood?

Eu moro na área leste, é mais alternativa e menos turística, como Brooklyn para Nova York. No filme, o diretor de fotografia, Vittorio Storaro, mostra uma Hollywood com uma luz dourada e é na verdade a que eu vivo na Califórnia, solar e positiva.

O destaque do filme são os vestidos Chanel que você usa. Você ficou com algum deles?
Dessa vez, não. Eu geralmente pego um de cada set porque, no final do filme, eu sinto que ninguém mais deveria usar os vestidos das personagens que eu interpreto. Dessa vez foi diferente, eles eram pura arte e foram muito caros.

Se eu pudesse abrir seu guarda roupa, o que eu iria encontrar? Os vestidos que você usa nos tapetes vermelhos?
Um de dois, sim. Especialmente os do Met Gala. Mas a maioria deles é emprestado. No meu guarda roupa você iria encontrar muitas camisetas e tênis.

Só isso?
Sim, mas são muito únicos.

Fonte | Tradução: Equipe Kristen Stewart Brasil

Confiram os vídeos legendados da press junket de Café Society e também da premiere que aconteceu em Nova York! Fiquem de olho no post para as atualizações ou no nosso canal do youtube!

Durante a conferência de imprensa de ‘Café Society‘ em Nova York, Kristen revelou novos detalhes sobre seu curta e uma das novidades é que o curta que antes seria chamado de ‘Water‘ agora será ‘Come Swim‘! Kristen também falou sobre outros assuntos durante a conferência. Confira:

O título é “Come Swim“, e ela está pronta para filmar em três semanas. Kristen Stewart revelou detalhes de sua estreia como diretora em nossa conversa no Crosby Street Hotel em SoHo, Nova York.

Sem fanfarra, Kristen calmamente entrou na sala, elegante com uma jaqueta Rag & Bone, camisa branca, calça cinza e sapatos baixos de couro preto.

A em-breve diretora explicou timidamente o “X” estampado em seu pulso direito. “Oh, eu não estava com a minha identidade na noite passada,” ela disse. “Eu fui jogar sinuca, e eles ficaram tipo, ‘Você não pode beber.’ E eu fiquei, ‘Tudo bem, tudo certo.’ Então, o segurança colocou um X na minha mão.”

Kristen recordou como “Come Swim” começou. Vai ser sua estreia dirigindo um filme. Em 2014, ela co-dirigiu com David Ethan Shapiro, um video clipe para a banda Sage + The Saints, para a música ‘Take Me to the South‘.

“Geralmente eu trabalho rápido,” ela começou. “Eu fiz cinco filmes em um ano e meio. Eu escrevi uma história curta, como um poema que eu desenvolvi 3 anos atrás. Vou filmar em 3 semanas. Estou muito animada, estamos prontos.”

Radiante, Kristen adicionou: “Eu provavelmente vou atuar em algo após isso, mas dirigir é onde eu quero estar. Eu queria fazer filmes desde que tinha 9 anos. Eu não acho que há uma grande divisão entre atuar e dirigir.”

Ela compartilhou o que outra atriz que virou diretora contou a ela: “Jodie Foster disse, quando eu contei para ela que ia fazer esse filme, ‘A primeira coisa que você precisa aprender é que você não tem muito o que aprender, e que você está totalmente pronta.’ Ouvi-la dizer isso, foi bom.”

Ao ser questionada sobre quem estará estrelando em “Come Swim“, Kristen respondeu, “Meu amigo, Josh. Ele não é ator, mas ele é incrível.” Nós não conseguimos perguntar o sobrenome de Josh.

Quanto ao financiamento do seu filme, Kristen sorriu e gracejou, “Não vou te dizer.”Come Swim‘ é parte de uma antologia de curtas comissionados pelo Refinery29, um site de moda e estilo de vida.

Kristen e outras 11 cineastas mulheres, incluindo Gabourey Sidibe de ‘Empire‘ e Chloe Sevigny, foram convidadas pelo Refinery29 para fazer filmes para sua Antologia ShatterBox.

Kristen admitiu que fazer ‘Come Swim‘ é um dos benefícios da fama. “Eu posso fazer um curta, e eu nem vou pagar pra isso acontecer,” ela apontou.

Nossa atriz está aprendendo com alguns dos melhores cineastas que ela teve o privilégio de trabalhar: Woody Allen (‘Café Society‘), Ang Lee (‘Billy Lynn’s Long Halftime Walk‘) e Olivier Assayas (‘Personal Shopper‘ e ‘Clouds ofSils Maria‘), entre outros.

Por sua performance em ‘Clouds,’ Kristen se tornou a primeira atriz americana a ganhar um César, o equivalente francês ao Oscar.

Nós perguntamos a Kristen sobre ser dirigida por Woody pela primeira vez em ‘Café Society‘, uma comédia dramática passada em 1930. A Vonnie de Kristen é pega em um triângulo amoroso, escrito por Woody. O filme também estrela Jesse Eisenberg, Blake Lively e Steve Carell.

“Como muitos dos meus diretores favoritos, mas do seu próprio jeito, ele te permite possuir o seu papel,” a atriz disse sobre seu lendário diretor. “Eu achei que teria mais direção. Era tipo, quando você dizia sua fala, em totalidade ou não, você seguia em frente. O que acontece em seus filmes é quando os momentos comoventes acontecem, então eles te acertam depois do fato.”

Woody, conhecido por se reunir rapidamente com seu elenco – durando apenas alguns minutos -, também foi muito rápido com Kristen. Na verdade, o icônico cineasta nem conheceu a atriz pessoalmente. Ela apenas mandou um vídeo.

“Foi uma ligação (com Woody) me pedindo para ler algumas cenas, e ele pensou que eu era boa para o papel,” Kristen recorda.

Ao ser questionada se ela escolheria o mesmo cara se ela estivesse no mesmo triângulo amoroso na vida real, Kristen respondeu, “Eu não faço ideia. Eu sinto que eu sempre tenho que justificar as decisões que minhas personagens fazem para poder interpretar. Eu gosto muito do Jesse.”

Falando sobre Jesse, quando lembraram a Kristen que eles também estavam envolvidos em um triângulo amoroso (com Ryan Reynolds, como o cara mais velho, completando o troika) em ‘Adventureland‘, ela concordou: “Sim, isso é verdade. Que estranho.”

Sobre Jesse, que ela também trabalhou em ‘American Ultra‘, ao fazer o terceiro filme juntos, Kristen comentou, “Eu amo o Jesse. Ele é uma pessoa maravilhosa. Sua inteligência não é desagradável, é como se fosse algo que você quer acompanhar. Então, ele me faz me sentir bem. Me sinto confiante ao lado dele. Eu poderia ser a pessoa mais estúpida perto dele e ele ainda ia gostar de mim.”

Kristen lembrou de quando eram mais jovens, ela e Jesse tinham muita ansiedade. “Eu dava biscoitos e outras coisas para ele quando ele não conseguia comer, porque ele estava nervoso. Nós nos acalmamos um pouco, o que é legal, mas ainda somos os mesmos. Nós temos exatamente a mesma dinâmica, não ficamos pelo meio. Assim que nos vemos, o que nós temos imediatamente aparece muito naturalmente.”

Kristen também estava muito animada sobre ‘Billy Lynn’s Long Halftime Walk‘, um drama que contrasta as realidades da guerra com as percepções da America, por causa da tecnologia pioneira que Ang usou.

De acordo com o The Hollywood Reporter, ‘Billy Lynn’ é o primeiro filme a ser filmado em 120 quadros por segundo em 3D, com uma resolução de 4K e dinâmica de alto alcance (HDR). Os filmes geralmente usam 24 quadros por segundo.

O filme resultante é declaradamente uma experiência totalmente imersiva para os espectadores. “Eu mal posso esperar para ver esse filme porque tem sido descrito para mim como revolucionário, e tem mais informações do que seus olhos já receberam em um segundo,” Kristen apontou. “Estar tão fora do meu elemento em um set de filmagem foi estranho, porque é onde eu vivo. Eu geralmente sei o que está acontecendo. Joe (Alwyn), que interpreta o personagem do título, estava me perguntando as coisas porque era o primeiro filme dele. Foi bizarro.”

Também sendo ansiosamente esperado é ‘Personal Shopper‘, que deu a Olivier Assayas a Palma de Ouro em Cannes (ele empatou com Cristian Mungiu). Sobre a história de fantasmas passada em Paris, Kristen recordou, “Eu acho que as partes mais assustadoras do filme não são as partes sobrenaturais. Mas sim as perguntas que você faz sobre o além ou o que é a vida em relação ao além. E se estamos ou não sozinhos, ou se estamos vivendo no Matrix e inventando tudo isso.”

Quando brincaram com Kristen sobre o quão “competitiva” ela foi quando ela e Jimmy Fallon jogaram Twister, o clássico jogo de contorção mas com shots de gelatina, no programa dele, ela sorriu e disse, “É vergonhoso. Eu só gosto de jogar.” Bom, ela ganhou.

O que ela gosta de jogar? “Oh cara, eu amo sinuca,” ela disse com um sorriso. “Estou obcecada com isso.”

Ao olhar para os seus anos em ‘Twilight‘, Kristen falou com naturalidade sobre como a febre está abaixando. Ela declarou: “Aquele fervor não está mais lá, o que é legal. Eu encontrei com Catherine Hardwicke outro dia, e isso me fez voltar para aqueles dias. Foi adorável vê-la. Me fez muito bem.”

O tópico ‘Twilight‘ nos levou a pensar sobre seu relacionamento com seu co-star Robert Pattinson. Eles se separaram em 2013. Em 2015, Kristen citou: “Pesquise no Google, não estou escondendo. Eu acho que em três ou quatro anos, haverá mais do que pessoas que acham necessário saber se alguém é hétero ou gay. Tipo, só faça sua coisa.” Em maio, Kristen foi citada ao se separar da cantora Stephanie “Soko” Sokolinski, após alguns meses de namoro.

Ao ser questionada se seu coração já foi quebrado como o de sua personagem Vonnie em ‘Café Society‘, ela exclamou, “Oh meu Deus, eu já fui destruída!” Então, como ela se recupera de um coração partido? “Não ignore. Se você está com dor, apenas sinta!”

Fonte | Tradução: Equipe Kristen Stewart Brasil

Kristen conversou com o site IndieWire durante a divulgação de Café Society sobre seu processo de atuação, sobre trabalhar com Woody Allen e mais. Confira:

Com 26 anos, Kristen Stewart já é uma veterana na indústria. Ela tem atuado desde que tinha 8 anos, quando um agente a viu em uma peça de Natal da escola fundamental, e desde então ela tem conciliado franquias enormes e trabalhos de prestígios iguais. Após tudo isso, ela ainda resiste ao falar de suas performances na indústria que muitos atores adotam em seus perfis.

Por exemplo, não pergunte para ela como é interpretar seus papéis. Ou, melhor, não use a palavra “interpretar”.

“‘Interpretar’ soa como uma mentira para mim, eu estou apenas tentando fazer o oposto,” Stewart recentemente contou ao IndieWire. Ela já tinha falado antes durante a conversa, quando se referiu ao seu papel ganhador do César em ‘Clouds of Sils Maria‘ de Olivier Assayas.

Então, do que você chama o que quer que seja o que a estrela faz quando ela aparece em outro filme? Ela não possui uma resposta clara. “Quando você ‘interpreta’ algo, é como se você estivesse construindo agora e você está tentando manipular outras pessoas a sentirem de um certo jeito,” ela disse. “Eu nunca quero sentir como se estivesse forçando algo, porque isso significa que eu estou falhando.”

Ao ouvir Stewart falar isso, essa perspectiva a coloca em lugares estranhos com seus companheiros no set. “A maioria das pessoas estão concentradas nos seus papéis e tentando se aprofundar nisso, ou qualquer coisa,” ela disse. “Eu não quero me perder, eu não quero cair, eu não quero esconder. Eu quero ser vista.”

Em outras palavras, se o nome de Stewart imediatamente chama a atenção para uma certa fisicalidade ou a presença emocional, independentemente do projeto que ela está, isso é por design. Os críticos podem falar que ela sempre interpreta o mesmo papel. Mas esse é o ponto. Ela é o papel.

“Eu sinto que eu não posso ser qualquer coisa que não seja eu mesma,” ela disse. “Muito atores são tipo, ‘Oh, isso não sou eu, eu nunca faria isso, não sou eu, é um personagem,’ mas essa é a sua interpretação daquele ambiente e daquela circunstância, então quem raios é se não for você?”

O papel mais recente de Stewart continua com seu padrão de trabalhar com diretores que parecem abraçar sua atitude e processo. Em ‘Café Society‘ de Woody Allen, que abriu Cannes nesse ano e vai para os cinemas antes de fazer sua estreia online na Amazon, Stewart interpreta uma secretária estive-lá-e-fiz chamada Vonnie.

Ambientada na era dourada de 1930 em Hollywood, Vonnie se destaca para Bobby Dorfman, de Jesse Eisenberg, que é novo em Los Angeles e está impressionado. Para Stewart, o temperamento da personagem imitou seus próprios sentimentos sobre a indústria do entretenimento. “Ela tem essa coisa estranha que ela reconhece como um certo vazio, mas ainda está atraída pelo o que está no topo,” disse Stewart.

Apesar de Vonnie inicialmente evitar o glamour de Hollywood, eventualmente ela se entrega. Stewart também entende isso. “Não é o negócio mais cheio de integridade, mas atrai pessoas interessantes e você se diverte,” Stewart disse. “Essas coisas não são ruins. Há uma dualidade para ela que é reconfortante. Você não tem que sentir somente de um jeito sore algo.”

Para muitos atores, conseguir um papel principal em um filme de Woody Allen é uma coisa grande e que muda carreiras. Mas Stewart fez alegações inebriantes que ela pode contornar a tarefa potencialmente assustadora ao se afastar das suas possíveis ramificações. Apesar de Stewart ser uma admiradora do trabalho de Allen, ela disse que nunca esteve interessada em se imaginar em qualquer um de seus filmes, passado ou presente.

“Eu nunca me inseri da ideia do trabalho dele, como uma fã,” ela disse. “Não é algo que eu estava dizendo antes de trabalhar com ele – ‘Estou morrendo para trabalhar com Woody Allen algum dia.’ – Não foi essa realização enorme e épica disso.” Mas quanto mais ela fala, os ecos de uma bolha de ansiedade persistente aparecem na superfície. “Ainda estou surpresa que isso funcionou tão bem,” ela disse.

Outra surpresa? Allen a fez fazer um teste para o papel, algo que a atriz em demanda não tem feito muito.
Stewart disse que o processo foi algo que ela gosto, como um exercício para uma atriz que claramente evita outras atividades tradicionais semelhantes.

“As pessoas veem não ter mais que fazer teste como uma grande realização – e é, obviamente é – mas tem seu valor,” disse Stewart. “Há algo intrínseco, há algo para saber se é a coisa certa para alguém. Você se sente atraído por uma pessoa ou material, e há uma razão para isso.”

Se há uma força condutora ao longo da carreira variada de Stewart, é a que precisa ser atraída por projetos e pessoas. Desde sua descoberta nas telas aos 10 anos em ‘Panic Room‘ de David Fincher, Stewart navegou em uma variedade de projetos, desde a poderosa ‘Saga Crepúsculo‘ até os de festivais como ‘Camp X-Ray‘ e ‘Welcome to the Rileys,’ subindo até os premiados como ‘Still Alice‘ e o queridinho das críticas ‘Clouds of Sils Maria.’

A trajetória sugere as marcas de uma estratégia definida em sua carreira: A jovem atriz popular escapa das sombras de um blockbuster abordando papéis mais séries. Mas ela afirma que a mudança não foi premeditada.

“Eu sei que se olhar de fora, eu irei pensar ‘Oh, realmente parece que fiz de propósito,’” ela diz. “Claro que eu quero fazer bons filmes e trabalhar com boas pessoas. Eu reconheço que isso parece que eu estou tentando prestigiar minha carreira. Eu tomo isso como um elogio. Mas eu não fiz isso de propósito.”

É difícil distinguir a verdade dessa afirmação – ou separar isso da ampla agenda de agentes, estúdios, publicistas e o resto de Hollywood cujo trabalho depende de orientar e gerenciar carreiras – mas Stewart radia uma vibe zen quando discute seu trabalho que qualquer um pode ser contagiado com a sua perspectiva sobre isso.

“Quando eu me sinto bem sobre isso, eu abro meus olhos e a cena está feita e eu estou tipo ‘Legal. Bom, eu faço ideia de que diabos acabou de acontecer, mas eu não levo nenhum crédito por isso,’” ela diz. “Apenas aconteceu.”

Fonte | Tradução: Equipe Kristen Stewart Brasil

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