Arquivo de 'Billy Lynn’s Long Halftime Walk'



O aguardado novo filme de Ang Lee, Billy Lynn’s Long Halftime Walk, foi exibido ontem à noite no New York Film Festival e a reação dos críticos foi um pouco diferente do que esperávamos. A nova tecnologia apresentada no filme deixou muitos desapontados, mas não faltou elogios para o elenco. Confira algumas críticas:

The Wrap

Na maioria das cenas de ‘Billy Lynn’s Long Halftime Walk,’ uma figura irá ficar em primeiro plano e o fundo ficará fora de foco, e a figura em primeiro plano é tão nítida que parece que foi cortada com tesouras de uma revista. Houve alguns exemplos excepcionais nos últimos anos de o que pode ser realizado com uma imaginação 3D, mas a claridade em extra 3D neste filme de Lee frequentemente parece como algo estranho filmado em videocassete nos anos 80.

O que esse processo significa para os atores é que cada poro em seus rostos está destacado, assim como rugas, manchas e dentes amarelos que não seriam notados de outro jeito. (Esse processo é com certeza o pesadelo de um artista com um grau normal de vaidade.) Se essa técnica de 120 frames/resolução 4K eleva o que podemos ver no rosto humano, o que é que Lee está esperando? Parece dar uma força extra emocional para os closes de Kristen Stewart, que interpreta a amorosa irmã de Billy, mas esse exagero expõe totalmente a performance de Steve Martin, que interpreta um vilão magnata.

Em nível de narrativa, ‘Billy Lynn’s Long Halftime Walk‘ é tão estranho e desinteressante quanto seu título. Lee demonstra absolutamente nenhum entendimento sobre como os soldados poderiam ou deveriam relacionar-se com o outro como uma equipe, e os ritmos de diálogo são especialmente distantes quando eles tentam ser engraçados um com o outro. As cenas de romance entre Billy e uma líder de torcida chamada Faison (Makenzie Leigh) são especialmente desastrosas, como se ambos fossem seres de outro planeta tentando se relacionar.

De todos os atores aqui, somente Stewart se comporta como se estivesse em um filme sério. Sua personagem foi ferida em um acidente de carro que deixou cicatriz, e a marca em seu rosto e torso foram aplicadas de um modo muito convincente para que se destaquem no novo processo de frames de Lee.

Billy Lynn’s Long Halftime Wak‘ acaba sendo uma experiência desgastante, não por seu conteúdo emocional, mas por sua falta de coesão e seu colapso em sentimentalismo grosseiro e imerecido. A impressão que esse filme deixa é de uma figura nítida infeliz e ansiosa interagindo com jogadores ou cenários borrados que parecem menos com a vida e mais com miopia.

Indiewire:

Um dos estranhos aspectos de ‘Billy Lynn‘ não tem muito a ver com as câmeras de outro nível e mais com as pessoas na frente delas. Com Shroom, o sargento que morreu no Iraque apesar dos esforços vistos por Billy, Vin Diesel faz um pouco mais do que murmurar com uma carranca o mantra de sabedoria zen quando Billy faz surgir sua memória. (Uma conversa entre os dois envolve “o karma do guerreiro.”) Kristen Stewart aparece somente em algumas cenas como a irmã preocupada de Billy, que não tem muito o que fazer além de reclamar sobre a insistência de seu irmão sobre voltar ao Iraque.

Resumindo, a alta taxa de frames de Lee é mais uma curiosidade tecnológica do que uma conquista completa, uma peculiaridade que pode ser rotulada como “A Experiência Billy Lynn.”

Contanto que ‘Billy Lynn‘ se mantenha focado em sua mentalidade ambígua, o filme permanece um estudo atraente de personagem. Mas a necessidade contínua de Lee de produzir um filme preso entre as narrativas convencionais e tentativas questionáveis de entregar algo que registra em um nível mais visceral. “Não é alguma história, é a nossa vida,” insiste um membro do Esquadrão Bravo, lutando com os prospectos de um acordo para um filme. Ainda assim, ‘Billy Lynn‘ é somente uma história decente atado com uma tentativa de torná-lo maior que a vida.

The Hollywood Reporter:

Além de temperar a borda satírica do romance, o filme também condensa as cenas incríveis do livro detalhando o retorno emocionante de Billy para a casa de sua família. Kathryn (Kristen Stewart) é a única outra personagem a aparecer completa, sua experiência com dano físico em um acidente de carro a deixa mais próxima de Billy, sem mencionar a razão indireta pela qual ele se alistou. As poucas cenas entre Stewart, simultaneamente mostrando seu contornos duros e suaves, e Alwyn, com toda sua confusão interna, estão entre o melhor do filme.

Aconteceu hoje em Nova York a premiere de Billy Lynn’s Halftime Walk, o tão aguardado e comentado novo filme do diretor Ang Lee. Kristen esteve presente juntamente com seus colegas de elenco. Confira abaixo:

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Kristen esteve no AOL Build Series junto com Joe Alwyn, Steve Martin, Chris Tucker e o diretor Ang Lee, para a divulgação de Billy Lynn’s Long Halftime Walk. Confira as fotos em nossa galeria:

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Durante o New York Film Festival, Kristen recebeu dos colaboradores do festival um jantar em sua homenagem e contou com a presença de seus amigos, equipe e muitos fãs. Kristen concedeu uma entrevista ao diretor do festival onde falou sobre seus três filmes em exibição e também sobre seu curta, Come Swim, que está em pós produção. Confira:

No Festival de Cannes deste ano, Kristen Stewart foi ao tapete vermelho para apoiar dois filmes, ‘Café Society‘, de Woody Allen, e o provocante mistério de Olivier Assayas, ‘Personal Shopper‘. Agora, no Festival de Nova York, ela fez melhor, aparecendo em três filmes na prestigiosa lineup. Em adição à estreia americana de ‘Personal Shopper‘, Stewart estrela ao lado de Michelle Williams e Laura Dern em ‘Certain Women‘, dirigido por Kelly Reichardt e interpreta a irmã do personagem titular no esperado ‘Billy Lynn’s Long Halftime Walk‘, de Ang Lee.

Ela tem atuado desde que era criança (‘Panic Room‘, de David Fincher, onde ela interpreta a filha de Jodie Foster, é um de seus primeiros créditos), mas recentemente Stewart tem estado no topo das atrizes mais desafiadoras, fascinantes e sérias da América. Confira suas performances únicas em ‘Clouds of Sils Maria‘, ‘Still Alice‘, ou ‘Camp X-Ray‘ como prova do seu comprometimento e variação.

Ela provavelmente iria corar um pouco ao ser chamada de “a mais linda do baile” – mas na quarta feira, 10 andares acima do Alice Tully Hall, local principal do NYFF, Stewart foi honrada com um jantar especial organizado pelo Film Society of Lincoln Center. Enquanto a convidada bebia café e comia cronut a la mode, ela sentou com o diretor do festival, Kent Jones, para uma conversa divertida, auto-depreciativa e altamente verbal sobre sua carreira e os três filmes – ou três e meio – que ela está animada em apoiar.

Personal Shopper

Assayas, que dirigiu Stewart para um um prêmio César (o primeiro para uma atriz americana) três anos atrás em ‘Clouds of Sils Maria‘, reuniu-se com ela para esse suspense semi-sobrenatural ambientado no mundo da moda de Paris.

“Eu raramente estou errada sobre essas coisas,” ela disse, referindo-se a sua relação rica e frutífera com o diretor. “Se eu conheço alguém que eu realmente gosto e não nos apaixonamos, eu fico, “Espera, espera, espera, você me enganou, você é um sociopata.” Mas essas experiências são raras.”

“Então isso iria incluir Olivier?” Jones perguntou.

“Ele é um sociopata,” ela falou inexpressiva, enquanto Assayas ria na mesa de Stewart. “Mas ele está fazendo ótimas coisas para a minha carreira.”

Seu sarcasmo morreu enquanto ela falou mais profundamente sobre o diretor. “O que ele faz surpreendentemente bem é mostrar todas as outras coisas que vem à tona no seu filme. E essas coisas me enlouquecem. Nós concordamos quando as coisas estão certas e erradas – então nós podemos ser mais focados nas intenções. Eu entendo esse cara. As conversas que acontecem nas festas de encerramento são as mais interessantes, mas durante o filme só passa por nós e é quase como se fossemos termômetros – e normalmente na mesma temperatura.”

Certain Women

“Kelly Reichardt faz filmes sobre as coisas que as pessoas deixam pra lá o tempo todo,” Stewart disse sobre a diretora do filme sobre a vida de três mulheres diferentes. “Eu odeio fazer essa coisa toda de “Vamos falar sobre as mulheres!” A maioria das histórias focadas nas mulheres são sobre as dificuldades que as mulheres sofrem, e essas três no filme estão passando por dificuldades, mas não há solução. Focar em coisas tão comuns e deixar as pessoas viverem é tão vulnerável. Eu amo a perspectiva da Kelly. Seus filmes são naturais e ela é um trem de aço, tão calma.”

Billy Lynn’s Long Halftime Walk

Stewart explicou que ela está fascinada com o processo de filmagem (enquanto admitiu isso, ela foi tímida), mas até sua curiosidade foi testada pelo novo drama de Ang Lee, que foi filmado em 120 quadros por segundo, um formato que nunca foi feito antes em um filme.

Joe Alwyn, que interpreta Billy Lynn, fez o seu primeiro filme,” Stewart disse. “Eu amo trabalhar com atores de primeira viagem, especialmente quando são curiosos, eu fico, “SIm, cara, vamos falar disso!” Mas ele frequentemente me perguntava as coisas e eu ficava “Eu não faço ideia do que está acontecendo.” Foi difícil. Todos os atores iam para casa dizendo, “Eu não faço ideia do que fizemos hoje.” Mas também foi um ótimo lugar para se estar. Não era normal, mas eu nunca faria algo se soubesse como ia terminar.”

Come Swim

Stewart também completou as filmagens de um curta chamado ‘Come Swim‘, que ela escreveu e dirigiu. “É muito artístico,” ela disse. “Eu não estou escondendo nada ao fazer um filme um pouco vanguardista, mas estou esperando que todos parem de pensar até o final. Eu queria que parecesse como se fosse uma lavagem.”

Ela descreveu o curta como “a coisa mais gratificante que já fiz.”

Fonte | Tradução: Equipe Kristen Stewart Brasil

Foi lançado nessa semana o primeiro teaser trailer de Billy Lynn’s Long Halftime Walk, onde Kristen interpreta a irmã do protagonista. Confira o teaser e o poster abaixo:

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