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Vídeo: Kristen para a campanha de maquiagem da Chanel!
24, maio
postado por Juliana Rocha

Foi liberado hoje novos vídeos da Kristen para a campanha de maquiagem Ombré Premiere da Chanel. Confira!

Preto é um sublinhado, uma pontuação. Você não está introduzindo uma nova cor ou tentando mudar você mesma. Você está apenas enfatizando o que você tem. Use seus dedos ou um pincel, não importa.”

Crítica de Come Swim por The Telegraph
21, maio
postado por Juliana Rocha

Krsiten esteve ontem em Cannes para a premiere do seu primeiro curta metragem como diretora, Come Swim. O The Telegraph  estava lá para acompanhar e já liberou sua crítica sobre a estréia de Kristen como diretora. Confira:

O primeiro filme de curta-metragem de poucos diretores inclui o trabalho de uma companhia de efeitos visuais vencedora de um Oscar, música de St Vicent e um time de dublês de três pessoas. Mas poucos diretores são Kristen Stewart. Apenas uma é, em fato, e ela trouxe seu primeiro curta, de 17 minutos, a Cannes esse ano: uma peça abstrata chamada Come Swim, na qual um homem (Josh Kaye) que permanece sem nome no filme em si, mas é identificado como Josh nos créditos finais, luta com uma sede insaciável – às vezes dentro de um sonho, e talvez às vezes não.

É um trabalho sério, sombrio, muitas vezes não sutil – mas também é disciplinado, bruscamente coerente e alfabetizado em uma maneira surrealista à moda antiga. E seu compromisso com sua própria estranheza parece corajoso, dado que a diretora é uma jovem atriz (que obteve seu sucesso em nada menos do que uma franquia de vampiro) que ousou a ir pro outro lado da câmera. Em outras palavras, seria um filme fácil de zombar.

Fácil, mas errado. Come Swim é significativamente melhor do que alguns dos projetos imprudentes dirigidos por atores que o festival tem programado recentemente – talvez, você às vezes imagina, como uma brincadeira (um passo a frente Ryan Gosling e Sean Penn). Cannes passou os últimos cinco anos acolhendo Stewart como uma estrela de cinema mundial a ser considerada, e esse plano deu certo: em 2015, ela se tornou a primeira americana a ganhar um César da Academia Francesa. Então, se eles agora também querem dar a ela uma plataforma como cineasta, mais poder para eles, e ela.

Come Swim abre com uma cena suave de uma onda preta antes de cortar para a espuma do mar passando rápidamente pela tela, uma imagem fortemente reminiscente dessa vanguarda antiga, a tira do filme exposa por muito tempo na luz e calor do projetor.

E então aparece Josh: primeiro suspenso no oceano e depois em sua cama, lentamente alcançando um copo de água, que ele entorna, levando o filme para outro cenário, onde ele pega a água direto da torneira. Josh é acometido por uma voz incorpórea, crítica (e feminina), que soa diversamente como sua consciência, seu insistente super-ego, seu ex-amor, talvez até mesmo uma espécie de vítima dele. A voz se sobrepõe com a sua própria, e as palavras que ambos falam são por vezes críticas e íntimas, embora ambiguamente assim: “Eu estou recebendo água na minha boca,” “Apenas parece estupido,” “Esse é o meu corpo, coma isso,” e mais sedutoramente: “ Uma mentira nunca é uma mentira, apenas um código que você não pode quebrar.”

Enquanto isso, Josh encontra-se em vários cenários, sempre bebendo, muitas vezes em carros, às vezes desidratado, até que o alívio finalmente chega na forma de submersão corporal. Algumas tomadas envolvem uma técnica de sobrepintura digital que consegue um efeito não diferente da pintura ou de arranhar o filme fotográfico que uma produção menor poderia ter conseguido por uma fração da porcentagem do preço. Mas, como eu disse esse não é um primeiro filme comum.

Os cínicos podem zombar que qualquer pessoa com o orçamento e o calibre da equipe de Stewart poderia ter feito um bom filme. Mas mesmo com apenas segundos de reflexão você pode apontar inúmeros exemplos onde isso não aconteceu. A verdade é: ela tem algo – e quando se tem algo a mais, Cannes vai, sem dúvida, dar espaço.

Fonte|Trdução: Equipe Kristen Stewart Brasil

Kristen esteve hoje em Cannes para a estreia de seu primeiro filme como diretora Come Swin, a atriz concedeu uma entrevista para o The Hollywood Reporter durante a Press Junket onde falou sobre ser diretora, as regras de moda no Festival de Cannes e mais. Confira:

“É definitivamente um código de traje distinto, certo? As pessoas ficam muito chateadas se você não usa saltos ou algo do tipo. Mas eu sinto que você não pode pedir isso as pessoas mais, se você não esta pedindo homens pra usar salto e vestido, você não pode me pedir isso também o que é bom porque é diferente. Há 4 anos atrás não era nem um questionamento, você tinha que usar um vestido e salto. Mas agora é incrível, você não pode fazer isso mais. Porém ao mesmo tempo, tipo… eu sou super social com que eu vou vestir essa noite, eu escolhi a duas semanas atrás. Obviamente é sobre cinema, mas é um lugar legal de mostrar os produtos.” 

“Eu definitivamente queria externalizar um sentimento muito interno, tipo, é uma daquelas coisas que se você está super triste sobre algo ou tem sido abalada por algum tipo de força motriz, alguma coisa que de repente é errada e agora você ta tipo, eu nem sei como viver, estou andando pela água, me sinto completamente saturada, eu não consigo participar de coisas normais. Basicamente se você está com o coração partido ou você chega a uma certa idade e de repente se sente muito ansiosa, sem saber como ser normal. Essa dor excessivamente grandiosa é tão normal. Todo mundo passa por isso. Então eu queria ver esse um dia sobre a perspectiva dele e depois a nossa, que é, você sabe,  alguns feedbacks e as luzes acesas. E você ta tipo, cara você é meio patético e triste, e todos nós já passamos por isso.” 

THR: Sendo que você viu o filme com uma audiência no Sundance e agora vai assistir novamente aqui em Cannes, é diferente estar com uma audiência em um filme que você dirigiu e um que você atuou?  Kristen: Sim, eu não sinto que eu estou servindo… eu não tenho responsabilidade com ninguém. Normalmente eu venho aqui e estou tipo ‘cara, eu espero que eu diga as coisas do jeito certo, eu espero que seja conciso e eloquente porque essa pessoa trabalhou tão duro.’ Geralmente eu estou representando um diretor que quer que as coisas sejam ditas de um certo modo, não que seja algo que você foi informado a dizer, mas tipo segurar aquilo para a pessoa me deixa muito nervosa. E nesse caso é: me pergunte qualquer coisa, eu não sei se posso te contar, eu nem acho que é uma grande coisa.

Kristen concedeu uma entrevista ao  The Sydney Morning Hereld onde ela falou sobre seu novo filme Personal Shopper, sua experiencia como diretora do curta ‘Come Swin‘, sua vida pessoal e profissional e mais. Confiram:

Interpretando Bella Swan no sucesso fenomenal Crepúsculo trouxe a adolescente Kristen Stewart à adoração global e instalou-a como uma metade do poderoso casal de Hollywood com o seu par romântico nas telas – e fora das telas – Robert Pattinson.

Mas longe de florescer sob os flashs intermitentes da mídia, a estrela pareceu crescer mais carrancuda, mal-humorada e mais frustrada a cada parte da gigantesca franquia de vampiros, que a empurrava ainda mais para centro das atenções, e por um tempo parecia que ela poderia se distanciar inteiramente.

“Eu era muito, muito jovem; eu tinha 17 anos,”
ela diz. “Era muito insano. Era muito assustador tentar fazer as pazes com quantas pessoas queriam saber de cada detalhe da minha vida. Eles queriam tudo. Era demais. Eu não conseguia digerir o que estava acontecendo. Eu era muito insegura para colocar para fora o que era.”

No entanto, apesar dos aspectos mais problemáticos de sua rápida ascensão à fama, Stewart aprendeu a apreciar que esses anos fizeram dela quem ela é hoje. “É central para minha historia pessoal;  me moldou incalculavelmente e me ensinou muitas lições sobre mim, sobre as pessoas e sobre a sociedade”, ela revela. “É engraçado o tanto que eu odiava atenção. Eu realmente odiava – eu não acho que isso era segredo – mas agora eu não olho para trás e me lamento e penso ‘Que fase horrível, estou traumatizada’ Me fascina mais.”

Agora com 26 anos, a atriz amadureceu para uma confiante e sincera mulher. Longe de surtar diante da pressão de ser uma estrela, ela esta criando sua própria marca como um ícone LGBTI e uma séria artista, evitando os filmes comerciais para títulos europeus de arte como Equals, Clouds of Sils Maria e seu mais recente, Personal Shopper.

Dirigido pelo cineasta francês Olivier Assayas – que já trabalhou previamente com a atriz em Sils Maria – o filme conta a história de Maureen (Stewart), uma americana que vive em Paris e trabalha como personal shopper para uma grande celebridade. Sua vida toma uma volta dramática quando ela começa a receber mensagens em seu celular de seu irmão gêmeo recém-falecido e é assombrada por sua presença fantasmagórica, enviando-a para uma espiral descendente de dúvida quando ela começa a questionar sua própria sanidade.

O filme é uma demonstração de discutivelmente a melhor performance da carreira de Stewart, ganhando uma exaltação enorme dos críticos e rendendo à Assayas o premio de Melhor Diretor no Festival de Cannes do ano passado. Mas apesar de extremamente satisfatório artisticamente, Stewart admite que fazer o filme foi uma experiência esgotante e solitária.

“Foi um filme muito emocional e é minha maneira de trabalhar em que eu me empurro até onde eu posso ir para alcançar esses extremos”, diz ela. Maureen está constantemente gastando toda sua energia e se movendo freneticamente, porque isso a distrai de enfrentar sua dor. Mas isso é o que torna o processo de atuar excitante para mim. Eu me sinto mais viva e preenchida quando estou sofrendo e atingindo o ponto de exaustão.”

Enquanto uma isolada e frágil Maureen anda à beira da loucura, o filme não tenta explicar os acontecimentos sobrenaturais acontecendo, mas prefere os explorar como um efeito colateral de sua dor. Naturalmente, a própria experiência de Stewart como uma relutante e louvada famosa a ajudou de alguma forma a se relacionar com o isolamento de sua personagem. Mas mesmo assim, a atriz diz que aqui era muito pouco do que ela poderia fazer para se preparar para um papel tão traumático.

Ela é uma americana em Paris; ela é uma alienígena em todos os sentidos. Ela está enraizada, enterrada no processo de luto por seu irmão gêmeo. Ela é uma meia pessoa, fraturada e quebrada. Está é uma mulher que quer tanto acreditar em qualquer coisa concreta, porque ela está chocada, porque seu sistema de crenças está completamente sobrecarregado pelo que ela está passando. Há uma infinita e crucificante sequência de “talvez” que confrontam sua lógica e a si mesma.

O filme, embora não forneça exatamente nenhuma resposta, levanta muitas questões existenciais sobre a vida, a morte e o destino, um aspecto do processo que Stewart diz  que “assustou, animou e moveu” ela.

“Porque todos os dias, todos nós encontramos coisas, momentos e eventos que não podemos articular”, diz ela com fervor. “Como uma vibração de uma pessoa, uma atmosfera de um lugar que você não pode explicar, que você não pode tocar ou ver, mas você pode sentir. Todos nós podemos dizer que experimentamos aqueles minutos de profecia, onde nós sonhamos com que poderia acontecer e então acontece.”

É difícil determinar se a carreira de Stewart é a que ela sonhou, ou se tem sido uma evolução natural de sua infância. Nascida em LA de pais que trabalham na indústria do entretenimento – seu pai, John, é produtor de TV e gerente de palco; sua mãe, Jules, que é originalmente de Queensland, é uma supervisora de roteiro – Stewart praticamente cresceu em sets de filmagem e conseguiu seu primeiro grande papel com apenas nove anos em ‘O quarto do pânico’ de 2002, que estrelou Jodie Foster.

Ela já disse que originalmente queria se tornar cineasta, uma ambição que ela conseguiu de alguma forma concretizar ao dirigir seu primeiro curta: Come Swim. “Eu nunca fui mais feliz do que eu senti trabalhando nele,” Stewart reflete. “Eu queria dirigir desde que eu tinha nove anos. Com atuação você pode trabalhar em um projeto, e então ir embora depois que a filmagem acabar e seguir para o próximo projeto. Como um diretor, você está envolvido em cada passo ao longo do caminho.”

Estreando o curta de 17 minutos no Sundance ano passado, a linda californiana o promoveu em uma entrevista no Sundance Studio. Inteligente, sincera e articulada na entrevista, ela estava mundos distante da adolescente mal-humorada e indiferente da era de Crepúsculo. Na verdade, durante seu recente episodio como anfitriã do Saturday Night Live, ela pareceu se divertir com seu lado “muito legal para a escola” com a ajuda dos regulares Kate McKinnon e Aidy Bryant, que entrou em uma enorme motocicleta vestindo roupas rasgadas e fumando cigarros.

Foi também durante este show do SNL que Stewart, que tem sido romanticamente ligada a várias mulheres nos últimos anos, “saiu do armário” depois de brincar dizendo que o presidente Donald Trump não gostava dela porque ele estava apaixonado por Robert Pattinson e porque ela era “tipo, tão gay, cara”. E enquanto ela ainda valoriza sua privacidade, Stewart é muito mais aberta do que antes. “Eu encontrei uma maneira de viver a minha vida e não sentir como se estivesse me escondendo,” ela declara. “E isso é bastante aparente para qualquer um que se importe – não que todos façam isso. Mas se você tem acompanhado isso de alguma forma, é mais aparente. Estou mais relaxada do que costumava ser”.

Junto com seu trabalho em filmes, Stewart está rapidamente se  tornando um ícone da moda, tendo aparecido em diversas campanhas para a casa de moda francesa Chanel e desenvolvido sua própria marca ‘tomboy chic’: calças jeans boyfriend com sapatos de basebol; terninhos com saltos elegantes. Recentemente, ela estreou um novo corte de cabelo que deixou os blogs de estilo em frenesi, e no ano passado levou para a primeira fila da  Chanel sua suposta namorada, na época, a cantora St Vicent.

Mas apesar de sua inclinação para sapatos e vestidos da Gucci, ainda há um lado da indústria da moda que Stewart encontra frustrante. “Eu vejo lados opostos, duelando para o conceito do mundo da moda e ambos têm uma voz – uma que fala das vulnerabilidades da arte, a outra da superficialidade”, ela diz.

“Há aqueles atraídos para a moda para a auto-gratificação: eles usam isso para ganhar a competição de popularidade. Eu não entendo isso, eu não me conecto com isso. Há os artistas, aqueles atraídos pela beleza, que não conseguem deixar de chorar e ser hipnotizados pela criação e pela beleza, que é celebrada ao lado da forma física e estética. Eles apreciam isso e eles vivem pela arte.”

Pode-se facilmente confundir a irritabilidade de Stewart com apatia, mas ouça atentamente e há evidências para sugerir que o contrário é verdade. Ela é uma jovem artista que quase se preocupa demais com o processo criativo e o que a arte deve representar, e dado espaço para nutrir sua visão, ela pode, com o tempo, criar algo realmente notável. Enquanto isso, ela está finalmente aprendendo a aproveitar o passeio.

“É tão importante ser capaz de entender o mais rápido possível o que você realmente quer na vida e encontrar uma maneira de ser feliz”, diz ela. “Estou ansiosa para tudo e me sinto muito bem.”

Fonte|Tradução: Equipe Kristen Stewart Brasil
 

Candids: Kristen na after party da Tommy Hilfiger
09, fev
postado por Juliana Rocha

Kristen foi fotografada ontem na after party da Tommy Hilfiger, em Venice Beach. A atriz estava acompanhada de Stella Maxwell e alguns amigos. Confira as fotos em nossa galeria:

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