Arquivo de 'Scan'



Durante uma festa em sua casa, Kristen participou de um pequeno photoshoot para a revista Our City of Angels. A revista também apoia o Planned Parenthood, que oferece cuidados para as mulheres. Confira as fotos abaixo:

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SCANS > 2017 > OUR CITY OF ANGELS

Kristen concedeu uma entrevista durante a divulgação de Café Society a revista Cine Premiere México, falou sobre pensar em suas decisões, sua personagem Vonnie e sobre o filme, confira:

Scans > 2016 > Cine Premiere (México) – Novembro

Coincidências E Possibilidades Que Desaparecem

Woody Allen lança Café Society, seu filme mais recente, e o faz em um ano onde a nostalgia pela velha Hollywood parece estar por todos os lados.

Alguma vez você já percebeu que os filmes similares são lançados nas mesmas datas? Você se perguntou por que os estúdios permitem que isso aconteça? O fato é que, seja qual for o motivo, os temas dos filmes em Hollywood frequentemente saem um atrás do outro – por exemplo, O Grande Truque e O Ilusionista; A Casa Branca e A Invasão à Casa Branca; Armagedon e Impacto Profundo; Volcano: A Fúria e O Inferno de Dante-. Ainda que não é um assunto que se associaria com Woody Allen, pois raramente está em sintonia com o espírito do momento, seu mais recente filme comprova que a teoria é errada. Há muitas similiaridades temáticas entre a trama de Café Society, protagonizado por Steve Carell, Kristen Stewart e Jesse Eisenberg, e o possivel concorrente ao Oscar, La La Land, de Damien Chazelle. No entanto, na primeira podemos ver os temas que sempre deixou Allen obcecado: a razão vs. a paixão, o amor fora de hora e, sobretudo, seu amor pela velha Hollywood das grandes estrelas.

Virtualmente, os filmes são dois lados de uma mesma tela belamente filmada. A viagem emocional que compartilham é mais profunda: ambas exploram as escolhas do coração humano – o que poderia ter sido e o que foi – e em ambas há uma auto-reflexiva aceitação das decisões e te deixam pensando que escolhas você teria tomado.

Conversamos com Kristen Stewart sobre estes temas e o particular processo de trabalho do cineasta nova-iorquino.

Você já pensou alguma vez no fato de que se tivesse escolhido uma pessoa, sua vida teria tomado uma direção completamente diferente?
Penso nisso o tempo todo. Todo mundo faz isso. Acho que imaginar o que poderia ter sido é natural, mas eu estou muito feliz onde estou.

Você se identifica com o conceito de que “aquela pessoa que se foi ou escapou”?
O que eu realmente gosto na Vonnie [sua personagem] é que não acho que ela realmente se arrependa, não acho que ela sinta que alguém escapou. Ela pensa em sua vida e considera casos hipotéticos. Ela aprecia todas as suas experiências, não escolhe fazer as coisas de forma convencional. Nos anos 30, se você não estava casada até certa idade e com alguém apropriado para você, e estava esperando, era um fracasso. Naquela época era realmente aterrorizante a ideia de que não cuidariam de você.

Foi uma maneira de refletir sobre o quão suscetível uma pessoa jovem é quando obtém poder?
Totalmente. Neste caso particular acho que os personagens de Steve e Jesse conseguem diferentes facetas de Vonnie e há uma dualidade nela que se revela a partir dessas duas interações, dessa relações. Certamente penso que se você está apaixonadamente envolvida em algo, sempre haverá um jogo de poder. Não vou ao trabalho e apago a minha vida pessoal. Não vou a uma escritório, não tenho um trabalho típico, assim que não posso falar disso, mas certamente me identifico com me sentir estimulada pelas pessoas com as que trabalho nesta bolha. Definitivamente, é real.

Você acaba de dizer que ela era feliz com suas decisões, mas sua escolha apelava para diferentes tipos de amor; tinha o sexual, a companhia, o intelectual. Que tipo de amor é vital para você?
Isso é o que eu estava tentando dizer. Há diferentes versões do amor e ainda que não possa defini-las não quer dizer que não sejam valiosas, inclusive se não pode defini-las em termos convencionais. Eu gosto de todas. Tenho diferentes interações e obtenho diferentes coisas dos meus amigos. Não é da mesma maneira com todos. Sou diferente com você de como sou com alguém e de como sou com outra pessoa.

Em um ponto, seu namorado no filme, Bobby [Jesse Eisenberg], disse que Hollywood é tedioso, asqueroso, uma indústria onde há canibalismo e você lhe diz que sente pena das estrelas que vivem em uma mansão com piscina. Qual é a sua definição de Hollywood? Acha que é um lugar borbulhante, ou contaminado e sombrio?
Acho que depende de como você vê. Você pode decidir se concentrar nas coisas que te importam e definem. Muitas pessoas estão mais preocupadas por como são as outras coisas, quanto dinheiro os outros ganham e o concurso de popularidade que se desprende disso. Não acho que isso o define por completo. Acho que há muitas pessoas em Hollywood que querem se aproximar mais uma das outras ao contar histórias, fazer filmes, e eu amo isso. Não sinto desdém por quem o faz de forma diferente. Só que eu não faço assim.

Você se lembra de algumas das coisas que te surpreendiam mais no showbiz quando começou sua carreira?
Eu tinha nove anos. Minha mãe é revisora de roteiros e meu pai é diretor de palco, assim que eu acho que via isso como um trabalho tradicional. Eu pensava: “Eu sou um membro a mais da equipe. Todos estão fazendo com que aconteça.” Esse processo me chamava a atenção e acho que o que me surpreendeu mais foi quando cresci uns anos e me senti realmente comovida pela arte que isso implicava e me dei conta de que a atuação era o que eu queria fazer para sempre. No começo eu só queria fazer filmes e estar no set. Queria um trabalho. Me deslumbrei com a forma em que cada uma das minhas moléculas se sentiu realizada. Eu amo demais isso.

Tradução: Equipe Kristen Stewart Brasil

Foi divulgada na revista Vanity Fair da Itália novas imagens da Kristen em Seul, onde participou de um dos desfiles da Chanel. Confira as imagens e scans abaixo:

Photoshoots > Photoshoots em 2015 > Chanel – LeÏla Smara

Scans > 2015 > Vanity Fair Itália – Novembro

Em maio desse ano, Kristen foi até Seul, na Coreia do Sul, para acompanhar o desfile da Chanel e a atriz foi fotografada e compartilhou seus momentos com a Harper’s Bazaar da Austrália na edição de outubro. Confira:


Scans > 2015 > Harper’s Bazaar (Austrália)

Quais foram suas primeiras impressões da Coreia?
Eu achei a Coreia imediatamente hospitaleira e afetuosa. O clima, as pessoas. Houve uma franqueza e espírito que foi instilado em toda a experiência. Quando nós andamos nas redondezas por um tempo, eu queria olhar o estilo das pessoas na rua, o que as crianças estão curtindo. Foi divertido – havia esse estilo mauricinho/patricinha, mas saudável e limpo, mas intencionado e legal. É tipo… Em Tóquio, toda era e tendência tem sido reciclada constantemente e todo mundo realmente está tentando sempre fazer algo novo. Esses caras estão descobrindo as coisas e sendo influenciados de um novo jeito por estilos e meio que se aproximando de roupas dos anos 50 e 80, e é incrível e rebelde de um jeito fresco. Havia uma inocência, uma diversão.

O que você achou do desfile da Chanel e do local? Algum momento favorito?
O desfile foi como entrar em um filme ou jogo de tabuleiro da sua infância misturado com um Studio 54 meio futurista com a vibração de Seul, Coreia. Se é que você pode chamar isso de vibração. É emocionante ver os designs e suporte principal da Chanel nessa luz meio neon. Os crops. As cores. Foi doce, mas divertido e com um rosnado. Eu amei. Definitivamente uma coleção que é divertida de brincar.

Quais foram os destaques da sua viagem?
Assistir Isabelle Huppert e Tilda Swinton arrasarem na pista de dança nesse bar drag em Seul após o desfile. Eu tenho tanta inveja das pessoas que podem dançar. Eu não dancei. Eu fiquei tipo “Levanta sua bunda. Dance.” Mas eu só conseguia ficar em pé e olhar. E admirar.

Você trouxe algum souvenir físico com você?
Eu trouxe para casa um par de tênis Chanel. E molho apimentado. Muuuuito apimentado.

Você possui alguma história engraçada da sua viagem?
Uma memória engraçada é estar voltando de um corrida com a minha equipe. Nós nos aventuramos nesse parque com tênis de corrida da Chanel e moletom de gola alta como se fosse a coisa mais natural do mundo… surgindo sem fôlego e suados… Na esquina do hotel havia uma pequena barraca que vendia insetos crocantes para comer. Quando alguém tirou a foto, nós estávamos repreendidos e nos colocando em nosso lugar. Foi incrível.

Fonte | Tradução: Mari – Equipe Kristen Stewart Brasil

Kristen é capa da ELLE UK de setembro, como foi anunciado antes, e a atriz conversa com Juliette Lewis em sua matéria de capa. Confira os scans e a entrevista traduzida:


Scans > 2015 > ELLE UK – Setembro

Você já viu Kristen Stewart tirar uma selfie? A resposta para essa pergunta revela muita coisa. Ela é a única A-lister do milênio que construiu uma carreira sendo inteiramente misteriosa, de um modo legal. Em um mar de estrelas acessíveis, Stewart possui a personalidade misteriosa de uma estrela do rock – muito como as Joan Jetts, Kim Gordons e Patti Smiths do mundo.

Com 18 anos, ela se tornou a atriz mais famosa do mundo por interpretar uma adolescente angustiada e mordedora de lábios que se apaixona por um vampiro. Como Bella Swan, o centro da saga Twilight que arrecadou 2,14 bilhões, ela foi para o topo da lista da Forbes de atrizes mais bem pagas em 2012, ganhando 8 milhões por filme (foram cinco).

Para a maioria das atrizes, esse tipo de bilheteria seria uma bênção e uma maldição. Pode ser difícil de escapar de um papel tão definido. E uma atriz inferior teria ficado presa no inferno pré-adolescente para sempre. Não Stewart. Ela quebrou o molde, e então cada regra, para encontrar seu lugar.

Ela escolheu os papéis indies mais parecidos com rebeldes de Hollywood – Joan Jett em The Runaways, a selvagem Marylou na adaptação de Walter Salles de On the Road de Jack Kerouac e a filha emburrada de Julianne Moore no ano passado em Still Alice. E ela trabalhou com as maiores casas da moda, Balenciaga e Chanel. Agora com seus últimos, American Ultra, um thriller de ação centrado em dois drogados, interpretados por Stewart e seu co-star de Adventureland, Jesse Eisenberg.

De muitas maneiras, Juliette Lewis, uma pessoa nativa de Los Angeles que entende o que é crescer no holofote relutantemente, foi a Kristen Stewart de seu tempo. Ela recebeu uma indicação ao Oscar por Cape Fear quando tinha 18 anos, e então ela foi atuar em filmes adorados pela crítica como Natural Born Killers de Oliver Stone e From Dusk till Dawn de Quentin Tarantino. E Lewis também namorou uma grande estrela, Brad Pitt sendo para 1990 o que Robert Pattinson foi para 2010. Mas ela se rebelou e encontrou uma nova vida com sua banda Juliette and the Licks.

Após se conhecerem no set há 13 anos atrás, as duas se reuniram na casa de Lewis em LA para discutir sobre se recusar a se comprometer e o poder de ‘manter as coisas perigosas.’ (mais…)

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